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domingo, 28 de outubro de 2012

MAFÊ MOSTRA UMA AMOSTRA DA MOSTRA

Back to the roots!
Primeiro fim de semana desde 2010 que venho pra São Paulo sem culpa, sem peso na consciência e com muito amor no coração para aproveitar a 36ª Mostra de Cinema, que mostra os filmes que só não estão em cartaz por causa de Bond, James Bond.
E a escolha do filme foi o Não quero dormir sozinha, que conta a história de uma moça que recebe uma ligação de que a avó está passando mal. O pai é um ator que está muito ocupado, e ela teve que segurar a barra para cuidar dela. Contrariada no começo, ela aos poucos vai redescobrindo um laço afetivo com a avó. E a gente aqui vai percebendo que há muito mais semelhanças entre as duas do que diferenças.
Rânquim MMMM: *** (bom, teve aquele final sem final, mas agora estou achando bom porque a gente imagina o que houve depois)

LIKE A ROLLING STONE
Mas antes de ver o filme, estava andando pela Avenida Paulista (ê saudade...) e reparei que os orelhões daqui são agora todos coloridos, uns lisos, outros bem artísticos. Quando vou tirar foto, vejo o Índio Chiquinha dançando. Pois é, todo mundo se lembra dele no Pânico, ele teve relativo sucesso em 2006, 2007, sua dança inclusive foi usada durante a Festa das Nações daquele ano. Mas depois, apareceu o Zina e o Ronaldo e o Índio Chiquinha nunca mais apareceu. Até hoje quando o vi na Avenida Paulista como um completo desconhecido. As pessoas não dão mais valor aos artistas de rua como antigamente...
Mas você pode ver por aqui o vídeo que eu fiz do Índio Chiquinha dançando o Bob Dylan:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

BETO CARRERO, O WALT DISNEY BRASILEIRO

Hoje o mundo do circo, do turismo e dos parques temáticos perdeu o grande artista Beto Carrero. Eu não podia deixar de falar nele pois o conheci pessoalmente uns dois anos atrás e enquanto celebridades do nipe dele se afastam dos fãs, esperam eles virem porque se sentem os reis da cocada preta, ele ia até o fã e a pessoa comum e cumprimentava. Este post de setembro de 2005 mostra em apenas duas linhas a impressão que eu tive quando ele veio cumprimentar a mim e à equipe de trabalho da feira.
Fora o fato de eu ter ido ao parque dele na virada do milênio e ele estar lá em carne osso, cavalo branco e chicote dando atenção a todos que lá estavam.
Valeu Beto Carrero!
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