Back to the roots!
Primeiro fim de semana desde 2010 que venho pra São Paulo sem culpa, sem peso na consciência e com muito amor no coração para aproveitar a 36ª Mostra de Cinema, que mostra os filmes que só não estão em cartaz por causa de Bond, James Bond.
E a escolha do filme foi o Não quero dormir sozinha, que conta a história de uma moça que recebe uma ligação de que a avó está passando mal. O pai é um ator que está muito ocupado, e ela teve que segurar a barra para cuidar dela. Contrariada no começo, ela aos poucos vai redescobrindo um laço afetivo com a avó. E a gente aqui vai percebendo que há muito mais semelhanças entre as duas do que diferenças.
Rânquim MMMM: *** (bom, teve aquele final sem final, mas agora estou achando bom porque a gente imagina o que houve depois)
LIKE A ROLLING STONE
Mas antes de ver o filme, estava andando pela Avenida Paulista (ê saudade...) e reparei que os orelhões daqui são agora todos coloridos, uns lisos, outros bem artísticos. Quando vou tirar foto, vejo o Índio Chiquinha dançando. Pois é, todo mundo se lembra dele no Pânico, ele teve relativo sucesso em 2006, 2007, sua dança inclusive foi usada durante a Festa das Nações daquele ano. Mas depois, apareceu o Zina e o Ronaldo e o Índio Chiquinha nunca mais apareceu. Até hoje quando o vi na Avenida Paulista como um completo desconhecido. As pessoas não dão mais valor aos artistas de rua como antigamente...
Mas você pode ver por aqui o vídeo que eu fiz do Índio Chiquinha dançando o Bob Dylan:
O que faz Maria Barrillari? Na realidade, eu não sei, mas entre aqui que te conto!
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador Paulistanices. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulistanices. Mostrar todas as postagens
domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
SEXTA MUSICAL - edição didididididiê
Hoje dia 12 o site Fita Bruta lançou o tributo "Jeito Felindie", que são versões indie de músicas do grupo Raça Negra, um senhor revival dos anos 90. Eles tentaram fazer a coisa mais completa possível, colocando clássicos como "Cheia de manias", "Jeito Felino", "É tarde demais", "Maravilha", "Te quero comigo", entre outras. Mas claro que eu, lembrando da minha pré-adolescência na Vila Matilde, achei que faltaram grandes temas como "Oi oi oi oi oi estou te amando" (que não tem nada ver com a novela), "Perdi você" ("sofro de saudade, morro de saudade, por favor volte pra mim..."), "Estou mal" (cujo solo de introdução inspirou gerações), "Só com você", etc.
Mas não fiquei só reclamando do seu apogeu e resolvi escolher uma das músicas acima para não nadar e morrer na beira da praia. E a escolhida foi "Só com você", até mesmo porque já foi colocada aqui no blog e porque... quem não quer ver seu nome escrito a laser pelos muros?
Em tempo, quando vai ter um tributo ao Claudinho e Buchecha ou ao Leandro e Leonardo?
Mas não fiquei só reclamando do seu apogeu e resolvi escolher uma das músicas acima para não nadar e morrer na beira da praia. E a escolhida foi "Só com você", até mesmo porque já foi colocada aqui no blog e porque... quem não quer ver seu nome escrito a laser pelos muros?
Em tempo, quando vai ter um tributo ao Claudinho e Buchecha ou ao Leandro e Leonardo?
Marcadores:
Paulistanices,
Projetos Paralelos,
Tubulação
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
CARTA ABERTA PARA O PREFEITO DE SÃO PAULO
Estimado Senhor Prefeito de São Paulo Gilberto Kassab,
Em primeiro lugar peço as desculpas por não ter as pompas de estilo necessárias para escrever uma carta a um prefeito, por isso mesmo a escrevo online.
Gostaria de dizer que apesar de agora não pertencer a esta comarca que estás circunscrito, eu guardo no meu peito um carinho e amor muito grande pela cidade em que eu nasci e cresci.
O que eu mais admiro em São Paulo é o que o Caetano chama de "dura poesia concreta de tuas esquinas", a possibilidade de mesclar edifícios antigos e modernos na mesma rua, algo que na minha cidade atual ainda não existe pelo fato da mesma ter sido fundada há apenas 51 anos. E também o fato de São Paulo ser 24 horas, algo que a gente só encontra em outras metrópoles no exterior, tais como Nova Iorque e Buenos Aires.
Pois sexta-feira agora dia 23 eu quis aproveitar deste lado boêmio de São Paulo indo a uma festa na região da rua 24 de maio. Por estar sem carro e hospedada na casa de meus pais, os mesmos me deram carona muito à contragosto, justamente porque aquela região estava deteriorada. O que mais me atraiu dentro do recinto era a varanda, que me permitiu observar a região a qual eu contemplava com imensas saudades. A Avenida São João, o Edifício Banespa, o Edifício Mirante do Vale, o mais alto da cidade (que muitas pessoas desconhecem e pensam que é o Edifício Itália), os postes devidamente conservados ilustrando uma belle époque de São Paulo, o Largo do Paysandu, e alguns outros edifícios que comporiam um belo cenário se não estivessem tão judiados.
Cheguei no ponto no qual eu gostaria de expressar aqui, depois de ter contado um episódio pessoal de minha vida. O centro de São Paulo é um lugar muito lindo principalmente para se andar a pé e admirar a arquitetura, mas à noite se torna um local inóspito, com sacos de lixo espalhados pela calçada e a miséria de algumas pessoas cujo quarto de dormir é aquela sarjeta. Este lugar tinha tudo para ser um local do qual teríamos orgulho de mostrar para nossos turistas, durante o dia e durante a noite também.
Há muito tempo escuto falar da revitalização do Centro. Sei que muito já foi feito, mas é preciso fazer mais. Dar dignidade para as pessoas que vivem nas ruas dando a elas um lar e um abrigo, limpar aquela região, revitalizar aqueles prédios de muros pichados, e outras pequenas ações que podem sim ser feitas, conscientizando a população da importância daquele Centro.
Acredito que o senhor pensa como eu, justamente pela responsabilidade de governar a maior cidade da América Latina. E por isto eu lhe faço este apelo com o Centro da cidade.
O que eu mais admiro em São Paulo é o que o Caetano chama de "dura poesia concreta de tuas esquinas", a possibilidade de mesclar edifícios antigos e modernos na mesma rua, algo que na minha cidade atual ainda não existe pelo fato da mesma ter sido fundada há apenas 51 anos. E também o fato de São Paulo ser 24 horas, algo que a gente só encontra em outras metrópoles no exterior, tais como Nova Iorque e Buenos Aires.
Pois sexta-feira agora dia 23 eu quis aproveitar deste lado boêmio de São Paulo indo a uma festa na região da rua 24 de maio. Por estar sem carro e hospedada na casa de meus pais, os mesmos me deram carona muito à contragosto, justamente porque aquela região estava deteriorada. O que mais me atraiu dentro do recinto era a varanda, que me permitiu observar a região a qual eu contemplava com imensas saudades. A Avenida São João, o Edifício Banespa, o Edifício Mirante do Vale, o mais alto da cidade (que muitas pessoas desconhecem e pensam que é o Edifício Itália), os postes devidamente conservados ilustrando uma belle époque de São Paulo, o Largo do Paysandu, e alguns outros edifícios que comporiam um belo cenário se não estivessem tão judiados.
Cheguei no ponto no qual eu gostaria de expressar aqui, depois de ter contado um episódio pessoal de minha vida. O centro de São Paulo é um lugar muito lindo principalmente para se andar a pé e admirar a arquitetura, mas à noite se torna um local inóspito, com sacos de lixo espalhados pela calçada e a miséria de algumas pessoas cujo quarto de dormir é aquela sarjeta. Este lugar tinha tudo para ser um local do qual teríamos orgulho de mostrar para nossos turistas, durante o dia e durante a noite também.
Há muito tempo escuto falar da revitalização do Centro. Sei que muito já foi feito, mas é preciso fazer mais. Dar dignidade para as pessoas que vivem nas ruas dando a elas um lar e um abrigo, limpar aquela região, revitalizar aqueles prédios de muros pichados, e outras pequenas ações que podem sim ser feitas, conscientizando a população da importância daquele Centro.
Acredito que o senhor pensa como eu, justamente pela responsabilidade de governar a maior cidade da América Latina. E por isto eu lhe faço este apelo com o Centro da cidade.
E acredito que muitos paulistanos ou não, pensam como eu. Eu me formei em Turismo, e uma das coisas que aprendi foi que uma cidade só é boa para o turista quando ela também é boa para o cidadão.
Obrigada por ler.
Obrigada por ler.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
CONSIDERAÇÕES SOBRE O MEU FALAR - COMPÊNDIO
a ser editado
Após três anos de Brasília, uma cidade que ainda não criou um sotaque próprio (apesar de começar a esboçar), não pude deixar de reparar na diferença de falar entre paulistanos e brasilienses. E os próprios, muitas vezes me comentavam isso, seja gostando, seja zoando, enfim. O que vocês lerão agora é um compêndio de tudo o que eu já ouvi aqui em Brasília sobre o jeito paulistano de falar.
1. Maria Fernããããnda?
2. Não vai perder este sotaque nunca!
3. Pedoe-me? Paulista fala "Perrrrrrrrrrdoe-me"! (com aquele "r" do Kiko chorando - link)
4. (conversando com uma paranaense, chega a candanga) "Vocês são do mesmo lugar?"
5. Você é do Sul?
6. Tuno? Tuno? É turrrrrrrrrrno (de novo com aquele "r" do Kiko), ela é paulista!
7. Acho massa esse "r" (é porque brasileiros acima do Trópico de Capricornio falam tudo aspirado...)
8. Paulista adora falar em gerúndio.
9. Ela é paulistãããããna.
10. Ai, não gosto do sotaque paulista, prefiro o carioahca, mais... eishculacho. (pensa no menino do Sou Foda...)
11. O que é breja?
12. Hum, você quer ficar no ponto... (só que era o ponto DE ÔNIBUS!)
13. (de novo sobre o ponto) Na minha terra, ponto é onde ficam as raparigas...
14. Duro ou mole americano? E isso é nome de brincadeira?
15. Você é de São Paulo? Reparei...
16. Você deve ser curintiããããna (acertou!)
17. Minha mãe nasceu na Capital, é paulista e são-paulina. (depois descobri que é paulista, paulistana, mas palmeirense mesmo)
18. Você fala engraçado! Você é gaúcha?
19. (de um paulista) Deu saudade agora...
20. Aqui a gente fala "Véi", vocês falam "Mano".
21. (de um carioca) Eu zoo porque zoam do meu chiado.
22. Boa tarrrrde (aqui é aquele "r" caipirão)
23. Vocês falam tudo assim: "Meu nome é Amãããnda, tenho 25 ãããnos e moro na Vila Mariãããna..."
24. No Sul a gente também fala "Se pá"
25. Ó lá, "meeeiiismo"
26. Agora você falou que nem "mano".
domingo, 21 de outubro de 2007
MAFÊ MOSTRA UMA AMOSTRA DA MOSTRA
Ontem saí com o Valadão e liguei na Rádio Loteria (giro o dial e a primeira que pintar, pintou). E caí numa rádio na qual se ouvia sucessos como "Está chovendo estrelas, tempestade de paixão" e "Como um anjo, você apareceu na minha vida..." Estaria MaFê indo para o Distância do Alto da Serra? Não, eu estava é indo ver um filme da 31a Mostra Internacional de Cinema, aquela que passa os filmes que não estão no circuito porque... pediram pra sair. E jogue seu preconceito pela janela, pois é possível sim ouvir César Menotti e Fabiano e assistir a filmes cults da Mostra!
E o filme de ontem foi "Meu nome é Dindi" (2007), de Bruno Safadi, que conta a história de uma mulher que herdou uma quitanda em um bairro decadente do Rio e luta para mantê-la e se manter livre de dívidas.
Alguns detalhes da sessão:
- O diretor do filme Bruno Safadi (que aliás se pronuncia Safadi, e não Safadi como eu pensava) e a atriz principal Djin Sganzerla estavam na sessão. Aliás, era sábado ao meio dia e havia sete pessoas na sala: o diretor, a atriz, eu, e mais quatro.
- O filme tinha várias citações meio malucas, como alguém vestido de relógio andando na praia ou alguém fardado ao avesso. Mas a cena romântica da praia é sensacional: Gramofone, uvas, praia com uma tenda, e o cara dublando a música.
- Quando eu vi o diretor e a atriz, pensei nem fazer lobby lá, mas o filme foi tão bom que até fui cumprimentá-los.
Rânquim MMMM: ***** (Excelente! Nunca na história da Mostra eu vi um filme que fez rir, se emocionar, prender a atenção.)
E o filme de ontem foi "Meu nome é Dindi" (2007), de Bruno Safadi, que conta a história de uma mulher que herdou uma quitanda em um bairro decadente do Rio e luta para mantê-la e se manter livre de dívidas.
Alguns detalhes da sessão:
- O diretor do filme Bruno Safadi (que aliás se pronuncia Safadi, e não Safadi como eu pensava) e a atriz principal Djin Sganzerla estavam na sessão. Aliás, era sábado ao meio dia e havia sete pessoas na sala: o diretor, a atriz, eu, e mais quatro.
- O filme tinha várias citações meio malucas, como alguém vestido de relógio andando na praia ou alguém fardado ao avesso. Mas a cena romântica da praia é sensacional: Gramofone, uvas, praia com uma tenda, e o cara dublando a música.
- Quando eu vi o diretor e a atriz, pensei nem fazer lobby lá, mas o filme foi tão bom que até fui cumprimentá-los.
Rânquim MMMM: ***** (Excelente! Nunca na história da Mostra eu vi um filme que fez rir, se emocionar, prender a atenção.)
Marcadores:
Menina Veneno,
Mostra de Cinema,
Paulistanices,
retrospectiva
domingo, 25 de março de 2007
COMEMORAÇÃO DO DIA DA RUA 25 DE MARÇO
Faz cinco anos que escrevi sobre este belo dia, e tenho razões para escrever de novo. Pois ontem estive lá na véspera da rua, comemorando o dia da Rua 25 de Março, o "dia internacional do camelô". Mudou alguma coisa? Muito mais gente vinda do Brasil inteiro comprando aquele pano verde-folha para fazer vestido (moda que faz tanto sucesso no litoral que até a Juliana Paes na novela estava usando um vestido verde-folha). Tinha até turista tirando foto da multidão na ladeira do Porto Geral!
Andei pela 25 carregando uma sacola de +/- 3kg nas costas desviando de carros, camelôs e do Rappa, que quando chegava, dava impressão de que ia cantar "A minha alma tá armada e apontada para a cara do sossego" e todo mundo sairia correndo.
Lá tem de tudo: toalha de praia dos Rebeldes, DVD do filme "Os 300 de Esparta" (Aquele do Rodrigo Santoro. O detalhe é que ele ainda nem chegou aos cinemas daqui) e de todas as temporadas de Lost, flor do BBB, que uma das big-bodes usava no cabelo, boné da Antônia (versão paulistana do "boné da Gramorosa"), massageador com infra-vermelho (o excesso me causou dor nas omoplatas), cortador de cabelo, de barba e de pêlos no nariz e na orelha, brinquedinhos que fazem qualquer criança feliz e um canudo que os camelôs ficavam soprando toda hora e saía sons irritantes como "Ai ai ai titia!", entre outras bugigangas.
Portanto, você, que quer passear em São Paulo e não tem medo de gente, de ficar no sol e de ouvir "Ai ai ai titia!" direto, venha para a 25! Você não sairá com as mãos abanando.
Andei pela 25 carregando uma sacola de +/- 3kg nas costas desviando de carros, camelôs e do Rappa, que quando chegava, dava impressão de que ia cantar "A minha alma tá armada e apontada para a cara do sossego" e todo mundo sairia correndo.
Lá tem de tudo: toalha de praia dos Rebeldes, DVD do filme "Os 300 de Esparta" (Aquele do Rodrigo Santoro. O detalhe é que ele ainda nem chegou aos cinemas daqui) e de todas as temporadas de Lost, flor do BBB, que uma das big-bodes usava no cabelo, boné da Antônia (versão paulistana do "boné da Gramorosa"), massageador com infra-vermelho (o excesso me causou dor nas omoplatas), cortador de cabelo, de barba e de pêlos no nariz e na orelha, brinquedinhos que fazem qualquer criança feliz e um canudo que os camelôs ficavam soprando toda hora e saía sons irritantes como "Ai ai ai titia!", entre outras bugigangas.
Portanto, você, que quer passear em São Paulo e não tem medo de gente, de ficar no sol e de ouvir "Ai ai ai titia!" direto, venha para a 25! Você não sairá com as mãos abanando.
sexta-feira, 15 de setembro de 2006
MOMENTO GALVÃO BUENO - EU SABIA!
Vocês se lembram de quando eu postei esta reportagem no meu blog?
Pois é, aconteceu*. Até a Portuguesa-Tietê foi lembrada, ufa!
Mas só não gostei de uma coisa: Bresser-Mooca... não dá! Vocês se esqueceram do grande e tradicional Juventus, time de lá da Mooca, só porque ele está na segunda divisão há mais tempo que a Portuguesa!
* Neste mapa ainda não consta como Palmeiras-Barra Funda, mas quem pegar metrô principalmente na estação Juventus-Bresser-Mooca, verá as placas já mudadas.
Pois é, aconteceu*. Até a Portuguesa-Tietê foi lembrada, ufa!
Mas só não gostei de uma coisa: Bresser-Mooca... não dá! Vocês se esqueceram do grande e tradicional Juventus, time de lá da Mooca, só porque ele está na segunda divisão há mais tempo que a Portuguesa!
* Neste mapa ainda não consta como Palmeiras-Barra Funda, mas quem pegar metrô principalmente na estação Juventus-Bresser-Mooca, verá as placas já mudadas.
terça-feira, 24 de janeiro de 2006
SÃO PAULO - 452 ANOS
O post especial de aniversário de São Paulo vai hoje, porque amanhã não poderei.
Segundo o nosso baixista Victor, o que se dá pra percorrer no centro de São Paulo é o equivalente a atravessar Paris de leste a oeste. E comprovamos isso hoje.
O tour começou pela Santa Ifigênia e pela São Bento, onde estavam ele mais o nosso tecladista Danilo, o nosso vocalista-e-baterista-nas-horas-vagas Kenji, o nosso baterista Miltinho e nosso criador da comunidade Marcão. Na São Bento nos encontramos eu, o nosso onipresente Akira e a mãe do Kenji, que faz aniversário junto com a cidade. Miltinho foi embora.
Passamos pela Canção Nova onde compramos o ingresso da Bruninha para o Summer Beats (aguarde em Agenda Orkultural). De lá, entramos no Largo São Francisco. Vimos salas que parecem salas de julgamento de verdade.
De lá, Marcão, Kenji e sua mãe foram embora. Andamos um pouco e fomos para o Banespa subir o mirante. Como o prédio estava cheio, o máximo que podíamos ficar era 3 minutos, tempo suficiente para ver a casa do Victor, o pico do Jaraguá, o Fórum da João Mendes, o Campo de Marte e o Holiday Inn. Do banheiro masculino do andar da troca de elevadores, dizem os meninos, dá pra fazer xixi vendo a cidade. Do feminino, não.
Descemos a Av. São João até o vale do Anhangabaú, este belo pedaço de verde no meio do cinza paulistano. Subimos e chegamos na Praça Ramos, onde uma vã da Grobo levava uma multíssima. Nos informamos de concertos gratuitos do Teatro Municipal (que já estavam esgotados).
De lá, seguimos até a Galeria do Rock onde os meninos viram as diferentes tribos de São Paulo. Pegamos a Santa Ifigênia, e andamos ela toda até chegarmos na Sala São Paulo, do lado da estação Júlio Prestes. A visita monitorada só começa na quinta, mas pegamos a programação dos concertos do ano. Andamos pela semi-cracolândia, passando pelo Parque da Luz, vendo a Pinacoteca, até chegarmos onde antes era a Poli.
Descobrimos uma coisa: Neguinho Z/O e Kju já estão aparecendo mais que Carlos Adão. E vendo de longe o Museu de Arte Sacra, terminamos nosso passeio, com gosto de quero mais, porque faltou o Mercadão e outras coisas que só São Paulo pode oferecer. E é por isso que eu amo essa cidade.
Segundo o nosso baixista Victor, o que se dá pra percorrer no centro de São Paulo é o equivalente a atravessar Paris de leste a oeste. E comprovamos isso hoje.
O tour começou pela Santa Ifigênia e pela São Bento, onde estavam ele mais o nosso tecladista Danilo, o nosso vocalista-e-baterista-nas-horas-vagas Kenji, o nosso baterista Miltinho e nosso criador da comunidade Marcão. Na São Bento nos encontramos eu, o nosso onipresente Akira e a mãe do Kenji, que faz aniversário junto com a cidade. Miltinho foi embora.
Passamos pela Canção Nova onde compramos o ingresso da Bruninha para o Summer Beats (aguarde em Agenda Orkultural). De lá, entramos no Largo São Francisco. Vimos salas que parecem salas de julgamento de verdade.
De lá, Marcão, Kenji e sua mãe foram embora. Andamos um pouco e fomos para o Banespa subir o mirante. Como o prédio estava cheio, o máximo que podíamos ficar era 3 minutos, tempo suficiente para ver a casa do Victor, o pico do Jaraguá, o Fórum da João Mendes, o Campo de Marte e o Holiday Inn. Do banheiro masculino do andar da troca de elevadores, dizem os meninos, dá pra fazer xixi vendo a cidade. Do feminino, não.
Descemos a Av. São João até o vale do Anhangabaú, este belo pedaço de verde no meio do cinza paulistano. Subimos e chegamos na Praça Ramos, onde uma vã da Grobo levava uma multíssima. Nos informamos de concertos gratuitos do Teatro Municipal (que já estavam esgotados).
De lá, seguimos até a Galeria do Rock onde os meninos viram as diferentes tribos de São Paulo. Pegamos a Santa Ifigênia, e andamos ela toda até chegarmos na Sala São Paulo, do lado da estação Júlio Prestes. A visita monitorada só começa na quinta, mas pegamos a programação dos concertos do ano. Andamos pela semi-cracolândia, passando pelo Parque da Luz, vendo a Pinacoteca, até chegarmos onde antes era a Poli.
Descobrimos uma coisa: Neguinho Z/O e Kju já estão aparecendo mais que Carlos Adão. E vendo de longe o Museu de Arte Sacra, terminamos nosso passeio, com gosto de quero mais, porque faltou o Mercadão e outras coisas que só São Paulo pode oferecer. E é por isso que eu amo essa cidade.
sábado, 1 de janeiro de 2005
SÃO SILVESTRE - WE ARE THE CHAMPIONS
Para começar, vamos falar do último evento celebridade do ano: a São Silvestre.
Saí da minha casa, e já no metrô eu vejo uma família de corredores. Na próxima estação, entram mais dois com mais de 60 anos. Desço na próxima e espero Bárbara e sua mãe. Iríamos ver o baixista Victor Dariano estrear na São Silvestre. Chegando lá, a Paulista estava totalmente diferente. Quem anda por lá normalmente de carro ou ônibus, se espanta. Eu não imaginaria que iria ter tanta gente por lá, já que a maioria foi viajar. E tinha gente do Brasil e do mundo inteiro, todos esperando a largada da São Silvestre. A Paulista estava pronta para o Reveillon que teria mais tarde, com balões com contagem regressiva (acho que acenderiam aos 10, 9, 8...) e o palco pronto mais a frente. O locutor animava o público e coordenava os corredores. Nisso, caiu um princípio de chuva, mas nada que assustasse. O que assustou foi um morteiro que estourou e os corredores acharam que era a largada.
Buzina, largada verdadeira. O pelotão de elite corre, e logo atrás vem o povão. 15 mil pessoas. E enquanto eles largavam, rolava "Carruagens de fogo", em 15 minutos. Da largada você percebia a dimensão da prova. Pessoas com faixas de Vitória, Cariacica, Toledo, Aramaçan, Flamengo, Vasco, Atlético Paranaense, bandanas com a bandeira do Pernambuco, do Rio Grande do Sul, suecos nada deslocados, pessoas em grupo carregando faixas, corpo de fuzileiros navais, bombeiros, tartarugas-ninjas, bananas-de-pijamas, maracatus, chapolins colorados, zorros, super-homens, homens-aranha, padres nada irlandeses, pessoas protestando pelo Fome Zero, contra a corrupção, a favor das vítimas do maremoto, devedores (a placa era: "Devo, não nego, pago quando ganhar a São Silvestre"), e a tradicional noiva da prova. No meio disso tudo estava Victor Dariano, baixista da Guarda do Conde, escondido na multidão. Depois da largada (quando o último largou, os quenianos já estavam no Pacaembu). Fomos até a Brigadeiro, e quase perdemos o primeiro queniano passar. Mas nisso, passavam algumas mulheres, alguns que furaram a fila, corredores acompanhados de guias. O helicóptero da Globo se aproximava e a gente sabia que eles estavam vindo. Passaram as motos da polícia (reforçadas anti-padres-irlandeses) e depois o queniano. Atrás vinham outros mais o brasileiro, incentivado sob os gritos de "Força, já está chegando!". Ele chegou em quinto. A partir daí, foram chegando os outros. Muitos desistiram, dois passaram mal e tiveram que ser levados de maca ao ambulatório instalado na Paulista, outros vinham mancando, outros fazendo gracinha (como o cara com a máscara do Lula-lá), outros faziam muito esforço, outros corriam com uma tranquilidade... E pasmem! Muitos dos que correm fantasiados, chegam no final da prova. É o caso dos maracatus, tartarugas-ninjas, zorros, o devedor, que disse "Fica pra próxima", a noiva, algumas pessoas carregando faixas (até as que carregam em dupla), e um grupo de onze pessoas uma do lado da outra formando o dizer "FELIZ ANO NOVO" com as camisetas. O grupo de fuzileiros navais passou firme e forte gritando: "A-ha, u-hu, a Brigadeiro é nossa! A-ha, u-hu, a Paulista é nossa!"
Nisso passou nosso atleta, que viu a nossa presença e fez sinal. E ele corria como se não estivesse cansado. Logo após, passou alguém muito parecido com o Japinha do CPM22. Eu e a Bárbara até achamos que fosse ele, que escolheu algo para gastar melhor acém. Quando até os policiais começaram a se retirar, fomos embora, e nisso já estava rolando a Festa na Paulista.
Saí da minha casa, e já no metrô eu vejo uma família de corredores. Na próxima estação, entram mais dois com mais de 60 anos. Desço na próxima e espero Bárbara e sua mãe. Iríamos ver o baixista Victor Dariano estrear na São Silvestre. Chegando lá, a Paulista estava totalmente diferente. Quem anda por lá normalmente de carro ou ônibus, se espanta. Eu não imaginaria que iria ter tanta gente por lá, já que a maioria foi viajar. E tinha gente do Brasil e do mundo inteiro, todos esperando a largada da São Silvestre. A Paulista estava pronta para o Reveillon que teria mais tarde, com balões com contagem regressiva (acho que acenderiam aos 10, 9, 8...) e o palco pronto mais a frente. O locutor animava o público e coordenava os corredores. Nisso, caiu um princípio de chuva, mas nada que assustasse. O que assustou foi um morteiro que estourou e os corredores acharam que era a largada.
Buzina, largada verdadeira. O pelotão de elite corre, e logo atrás vem o povão. 15 mil pessoas. E enquanto eles largavam, rolava "Carruagens de fogo", em 15 minutos. Da largada você percebia a dimensão da prova. Pessoas com faixas de Vitória, Cariacica, Toledo, Aramaçan, Flamengo, Vasco, Atlético Paranaense, bandanas com a bandeira do Pernambuco, do Rio Grande do Sul, suecos nada deslocados, pessoas em grupo carregando faixas, corpo de fuzileiros navais, bombeiros, tartarugas-ninjas, bananas-de-pijamas, maracatus, chapolins colorados, zorros, super-homens, homens-aranha, padres nada irlandeses, pessoas protestando pelo Fome Zero, contra a corrupção, a favor das vítimas do maremoto, devedores (a placa era: "Devo, não nego, pago quando ganhar a São Silvestre"), e a tradicional noiva da prova. No meio disso tudo estava Victor Dariano, baixista da Guarda do Conde, escondido na multidão. Depois da largada (quando o último largou, os quenianos já estavam no Pacaembu). Fomos até a Brigadeiro, e quase perdemos o primeiro queniano passar. Mas nisso, passavam algumas mulheres, alguns que furaram a fila, corredores acompanhados de guias. O helicóptero da Globo se aproximava e a gente sabia que eles estavam vindo. Passaram as motos da polícia (reforçadas anti-padres-irlandeses) e depois o queniano. Atrás vinham outros mais o brasileiro, incentivado sob os gritos de "Força, já está chegando!". Ele chegou em quinto. A partir daí, foram chegando os outros. Muitos desistiram, dois passaram mal e tiveram que ser levados de maca ao ambulatório instalado na Paulista, outros vinham mancando, outros fazendo gracinha (como o cara com a máscara do Lula-lá), outros faziam muito esforço, outros corriam com uma tranquilidade... E pasmem! Muitos dos que correm fantasiados, chegam no final da prova. É o caso dos maracatus, tartarugas-ninjas, zorros, o devedor, que disse "Fica pra próxima", a noiva, algumas pessoas carregando faixas (até as que carregam em dupla), e um grupo de onze pessoas uma do lado da outra formando o dizer "FELIZ ANO NOVO" com as camisetas. O grupo de fuzileiros navais passou firme e forte gritando: "A-ha, u-hu, a Brigadeiro é nossa! A-ha, u-hu, a Paulista é nossa!"
Nisso passou nosso atleta, que viu a nossa presença e fez sinal. E ele corria como se não estivesse cansado. Logo após, passou alguém muito parecido com o Japinha do CPM22. Eu e a Bárbara até achamos que fosse ele, que escolheu algo para gastar melhor acém. Quando até os policiais começaram a se retirar, fomos embora, e nisso já estava rolando a Festa na Paulista.
Marcadores:
Corridas,
Fim de ano,
Paulistanices
domingo, 25 de janeiro de 2004
POST QUE ERA PRA TER POSTADO ONTEM
SÃO PAULO 450 ANOS
Eu acredito que quanto mais a gente conhece São Paulo, mas a gente tem que conhecer. Sábado passado fui na Caminhada Histórica dos 450 anos, organizada pela prefeitura e pela Grobo. Contavam-se 20 mil pessoas, gente de todos os tipos. Brancos, negros, orientais, mães, filhos, teenagers, velhos, o "seu Genaro" e a "dona Conchetta", estrangeiros, estudantes, evangélicos, corinthianos, palmeirenses, um pouco de tudo nessa paulicéia desvairada.
A caminhada começa na Praça da Sé, onde tinha um cartaz escrito pelo povo: "São Paulo, onde as digitais se encontram" em homenagem ao dedo médio do piloto da AA. O hino nacional foi tocado, e esperamos a dona Marta chegar para poder começar a caminhada. O povo, malicioso, dizia que ela tinha ido colocar botox.
Toca-se a buzina e seguimos descendo a Praça da Sé até o Solar da Marquesa, a "vagabunda da época". Tinham guias que mostravam cada atração, mas era um guia para cada mil pessoas. Passamos pelo Páteo do Colégio, pela XV de Novembro (onde um grupo de pessoas com a camiseta da seleção batia palmas e cantava versos ininteligíveis, que eu só entendia "Sifudê, Senhor" e "Incendeia, Senhor, esse lugar"). Nesse momento teve uma chuva de confetes feitos daqueles furadores de papel, enquanto a gente passava pelo Edifício Martinelli.
Depois, passamos pelo Banespão e descemos a São Bento para ver o largo, a escola, o mosteiro e o metrô. Atravessamos o viaduto Santa Ifigênia, onde há meses tinha comprado a minha pedaleira. Aliás, todos têm história pra contar quando passam por "aquele" pedaço da cidade. Voltamos para a São João, onde todos começaram a cantar a música de Caetano para cruzar com a Ipiranga. De lá, passamos na praça da República (só vimos de longe o Terraço Itália) e viramos na Barão de Itapetininga. Aqui a caminhada começa a se dispersar, porque todos foram pra fila do Teatro Municipal (Por causa da Grobo, da Ana Paula Arósio e do Eric Mármore, todo mundo quer ir).
Depois fomos no viaduto do Chá, passamos em frente a nova Prefeitura (Banespinha) e conhecemos o Largo São Francisco, para depois voltar a Praça.
UM PARÊNTESES SOBRE O SHOW DE HOJE
Hoje vai ter show de Roberto Carlos e também da Maria Rita. Isso vai dar um bafafá... Imagina o triste viuvinho logo após a primeira música dizendo: "Esse show eu dedico à Maria Rita" e aparece a irmã do Pedro Mariano cantando: "Ê-ê, ele não é de nada..."
Moral da história: "Não, ele não vai mais dobrar, pode até se acostumar, ele vai viver sozinho"
Eu acredito que quanto mais a gente conhece São Paulo, mas a gente tem que conhecer. Sábado passado fui na Caminhada Histórica dos 450 anos, organizada pela prefeitura e pela Grobo. Contavam-se 20 mil pessoas, gente de todos os tipos. Brancos, negros, orientais, mães, filhos, teenagers, velhos, o "seu Genaro" e a "dona Conchetta", estrangeiros, estudantes, evangélicos, corinthianos, palmeirenses, um pouco de tudo nessa paulicéia desvairada.
A caminhada começa na Praça da Sé, onde tinha um cartaz escrito pelo povo: "São Paulo, onde as digitais se encontram" em homenagem ao dedo médio do piloto da AA. O hino nacional foi tocado, e esperamos a dona Marta chegar para poder começar a caminhada. O povo, malicioso, dizia que ela tinha ido colocar botox.
Toca-se a buzina e seguimos descendo a Praça da Sé até o Solar da Marquesa, a "vagabunda da época". Tinham guias que mostravam cada atração, mas era um guia para cada mil pessoas. Passamos pelo Páteo do Colégio, pela XV de Novembro (onde um grupo de pessoas com a camiseta da seleção batia palmas e cantava versos ininteligíveis, que eu só entendia "Sifudê, Senhor" e "Incendeia, Senhor, esse lugar"). Nesse momento teve uma chuva de confetes feitos daqueles furadores de papel, enquanto a gente passava pelo Edifício Martinelli.
Depois, passamos pelo Banespão e descemos a São Bento para ver o largo, a escola, o mosteiro e o metrô. Atravessamos o viaduto Santa Ifigênia, onde há meses tinha comprado a minha pedaleira. Aliás, todos têm história pra contar quando passam por "aquele" pedaço da cidade. Voltamos para a São João, onde todos começaram a cantar a música de Caetano para cruzar com a Ipiranga. De lá, passamos na praça da República (só vimos de longe o Terraço Itália) e viramos na Barão de Itapetininga. Aqui a caminhada começa a se dispersar, porque todos foram pra fila do Teatro Municipal (Por causa da Grobo, da Ana Paula Arósio e do Eric Mármore, todo mundo quer ir).
Depois fomos no viaduto do Chá, passamos em frente a nova Prefeitura (Banespinha) e conhecemos o Largo São Francisco, para depois voltar a Praça.
UM PARÊNTESES SOBRE O SHOW DE HOJE
Hoje vai ter show de Roberto Carlos e também da Maria Rita. Isso vai dar um bafafá... Imagina o triste viuvinho logo após a primeira música dizendo: "Esse show eu dedico à Maria Rita" e aparece a irmã do Pedro Mariano cantando: "Ê-ê, ele não é de nada..."
Moral da história: "Não, ele não vai mais dobrar, pode até se acostumar, ele vai viver sozinho"
sábado, 17 de janeiro de 2004
SÃO PAULO 450 ANOS
Um amigo meu, paulistano do Bom Retiro, e que passou onze meses fora, disse que São Paulo é o melhor lugar para se levar estrangeiros, para eles não pensarem que Brasil é só praia e mato. De fato. Fomos ontem com mais um amigo que passou a infância em Cerqueira César (a região da Augusta, porque ninguém conhece pelo nome do bairro, e sim das ruas) até o Espaço Unibanco para assistir "Adeus, Lênin", um filme alemão que fez sucesso na Mostra. O filme é muito bom, mas como estamos falando de São Paulo, esqueçamos Berlim.
A região do Espaço Unibanco é cheia de intelectuais, estrangeiros, artistas, alternativos, GLS e vendedores de livros usados. Depois, subimos a Rua Augusta (aquela que na Jovem Guarda se subia a 120 por hora) para passear na Paulista. Ah, sim, a Paulista, que na época de faculdade passava uma vez por semana, às vezes com pressa, mas nunca deixava de admirar! Passamos pelo Conjunto Nacional (onde em cima tem um relógio do Itaú), por dois McDonald's (a Avenida Paulista tem cinco McDonald's sem contar os dos shoppings), pelos bancos e seus prédios bonitos que ficam enfeitados no Natal, pelo Parque Trianon (um pedaço de verde no meio do cinza), MASP (que avança pela avenida, eu nunca entrei), Gazeta (onde eu fui assistir à gravação do piloto do programa do Falcão, fora do ar desde 1998), até chegar na FNAC que inaugurou em frente a Gazeta.
Nos calçadões da Paulista, burgueses e peões faziam happy-hour, e jovens brincavam de embaixadinhas até a bola cair numa loja de calçados, hippies vendendo bijuterias, barraquinhas de comida a um real, artistas vendiam quadros comemorativos de São Paulo pra gringo, moleques de rua brincavam e pediam esmola, e eu tirando fotos (e nem turista era).
Ficamos na FNAC até escurecer, e quando saímos, as antenas iluminavam nossa noite, a noite paulistana, a noite da Paulista.
GRANDES FRASES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
"Do jeito que você me olha vai dar namoro" (Bruno e Marrone, entrando no hall da fama pela segunda vez)
A região do Espaço Unibanco é cheia de intelectuais, estrangeiros, artistas, alternativos, GLS e vendedores de livros usados. Depois, subimos a Rua Augusta (aquela que na Jovem Guarda se subia a 120 por hora) para passear na Paulista. Ah, sim, a Paulista, que na época de faculdade passava uma vez por semana, às vezes com pressa, mas nunca deixava de admirar! Passamos pelo Conjunto Nacional (onde em cima tem um relógio do Itaú), por dois McDonald's (a Avenida Paulista tem cinco McDonald's sem contar os dos shoppings), pelos bancos e seus prédios bonitos que ficam enfeitados no Natal, pelo Parque Trianon (um pedaço de verde no meio do cinza), MASP (que avança pela avenida, eu nunca entrei), Gazeta (onde eu fui assistir à gravação do piloto do programa do Falcão, fora do ar desde 1998), até chegar na FNAC que inaugurou em frente a Gazeta.
Nos calçadões da Paulista, burgueses e peões faziam happy-hour, e jovens brincavam de embaixadinhas até a bola cair numa loja de calçados, hippies vendendo bijuterias, barraquinhas de comida a um real, artistas vendiam quadros comemorativos de São Paulo pra gringo, moleques de rua brincavam e pediam esmola, e eu tirando fotos (e nem turista era).
Ficamos na FNAC até escurecer, e quando saímos, as antenas iluminavam nossa noite, a noite paulistana, a noite da Paulista.
GRANDES FRASES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
"Do jeito que você me olha vai dar namoro" (Bruno e Marrone, entrando no hall da fama pela segunda vez)
sábado, 10 de janeiro de 2004
AUÊ NA FORMATURA DA UNIP
Foi o mó sucesso a formatura do pessoal de Veterinária. A banda permaneceu tocando até as 4 da manhã e depois um DJ tocou até as 5 da manhã. O mais legal era saber que minha prima se acabou de dançar, mas tem vários fatos que merecem um comentário:
1. Na banda tinha ninguém menos que uma ex-caloura do Raul Gil, a Laura Wogan. Ela pode até cantar bem, aliás canta muito bem, mas como toda caloura do Raul Gil ela tropeça no inglês. "Stenorisonbrai, there's somtin, somtin iu uana tel mi"
2. Eu posso até não gostar de certas músicas, mas quando se junta baile de formatura com álcool, na frente de pais e tios, a coisa toda muda. O lance é que eu dancei até "Tô nem aí" e música do Bon Jovi.
3. Como se não bastasse o repertório vasto e eclético de banda de formatura (tocaram até "Wherever you will go", clássico na voz de Henrique Yuji), o DJ, que começou tocando música eletrônica, rebaixando, rebaixando, rebaixando até chegar em "Beijo na boca é coisa do passado", tocou até mesmo Gretchen, "Bilu tetéia", "Farofa-fa", Menudo, "He-man" e Balão Mágico!!!! Como as ditas cujas baladas da USP. Mas o momento nostalgia vem agora:
AS SETE VAMPIRAS (Léo Jaime)
Entra logo!!!
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
(Eu não descanso nem durante o sono
Eu não consigo nem mais dormir
E onde quer que eu vá
Em qualquer lugar
Elas estão a me seguir) (2 vezes)
São sete garotas
Me paquerando o dia inteiro
Seja no trabalho, no carro ou no banheiro
As sete garotas
Tremenda confusão
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Mas elas querem meu carinho e o meu amor
Elas querem o meu sangue e o meu calor
(São como vampiras
Numa fita de terror
Elas querem o meu coração
Mais isso eu não dou) (2 vezes)
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
(Mas eu já tenho uma pequena
que eu vou te contar
Ela é mesmo um estouro
E é com ela que eu quero ficar) (2vezes)
Mas o meu broto morre de ciúmes
Quando sente em mim
O cheiro de um outro perfume
E ela chora e diz que vai embora
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Mas eu só quero seu carinho e o seu amor (só quero o seu amor, só quero o seu amor)
Eu só quero o seu sangue eu quero seu calor (só quero o seu calor, só quero o seu calor)
Eu sou como um vampiro numa fita de terror
Eu não quero mais saber de ninguém
Só quero o meu amor
Eu sou como um vampiro numa fita de terror
Por acaso alguém viu uma vapirinha por aí?
Eu não quero mais saber de ninguém
Só quero o meu amor
1. Na banda tinha ninguém menos que uma ex-caloura do Raul Gil, a Laura Wogan. Ela pode até cantar bem, aliás canta muito bem, mas como toda caloura do Raul Gil ela tropeça no inglês. "Stenorisonbrai, there's somtin, somtin iu uana tel mi"
2. Eu posso até não gostar de certas músicas, mas quando se junta baile de formatura com álcool, na frente de pais e tios, a coisa toda muda. O lance é que eu dancei até "Tô nem aí" e música do Bon Jovi.
3. Como se não bastasse o repertório vasto e eclético de banda de formatura (tocaram até "Wherever you will go", clássico na voz de Henrique Yuji), o DJ, que começou tocando música eletrônica, rebaixando, rebaixando, rebaixando até chegar em "Beijo na boca é coisa do passado", tocou até mesmo Gretchen, "Bilu tetéia", "Farofa-fa", Menudo, "He-man" e Balão Mágico!!!! Como as ditas cujas baladas da USP. Mas o momento nostalgia vem agora:
AS SETE VAMPIRAS (Léo Jaime)
Entra logo!!!
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
(Eu não descanso nem durante o sono
Eu não consigo nem mais dormir
E onde quer que eu vá
Em qualquer lugar
Elas estão a me seguir) (2 vezes)
São sete garotas
Me paquerando o dia inteiro
Seja no trabalho, no carro ou no banheiro
As sete garotas
Tremenda confusão
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Mas elas querem meu carinho e o meu amor
Elas querem o meu sangue e o meu calor
(São como vampiras
Numa fita de terror
Elas querem o meu coração
Mais isso eu não dou) (2 vezes)
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
(Mas eu já tenho uma pequena
que eu vou te contar
Ela é mesmo um estouro
E é com ela que eu quero ficar) (2vezes)
Mas o meu broto morre de ciúmes
Quando sente em mim
O cheiro de um outro perfume
E ela chora e diz que vai embora
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Ô ô, ô ô ô ô ô, ô, ô, ô
Mas eu só quero seu carinho e o seu amor (só quero o seu amor, só quero o seu amor)
Eu só quero o seu sangue eu quero seu calor (só quero o seu calor, só quero o seu calor)
Eu sou como um vampiro numa fita de terror
Eu não quero mais saber de ninguém
Só quero o meu amor
Eu sou como um vampiro numa fita de terror
Por acaso alguém viu uma vapirinha por aí?
Eu não quero mais saber de ninguém
Só quero o meu amor
"Você é a carinha meiga. Está sempre sorridente,
feliz. Você é simpático, faz amizade com facilidade, é gentil, carinhoso,
amoroso e muito alegre. Adora ir a uma festa e vive falando no celular(se tiver,
é claro) e às vezes fala mais do que a própria boca. Aparentemente essa
parece a carinha mais perfeita, porém não deixe ser humilhado ou enganado por
outras carinhas maliciosas."
quarta-feira, 17 de dezembro de 2003
SÃO PAULO 450 ANOS
A partir de hoje até o aniversário de São Paulo serão mostrados textos, fotos e algo mais de São Paulo. Hoje tem um texto inspirado no tempo e no clima maluco de São Paulo.
Clima de São Paulo em dois dias
Ontem, blusa de manga curta azul-marinho. Carro. Sol. Trânsito. Estaciono. Coloco o papelão para cobrir o volante. Trabalho. Trabalho. Saio. Calor. Calor. Chego no carro. Abro a porta. Bafo. Assopro. Calor. Abro a janela. Vento? Tiro o papelão do pára-brisas. Ligo o carro. Ponho as mãos no volante. AU! Me acostumo. Vento. Ventilador (alguém falou em ar condicionado? Isso é coisa de quem não se mistura com a gentalha). Volto pra casa. Saio do carro. Cara vermelha. Marca do cinto de segurança na blusa com suor.
Hoje. Blusa regata verde-limão. Rodízio. Metrô. Lotado. Brás. Gente, gente, gente. Sé. Desço. Linha azul. Sento. Três estações e desço. Saio. Vento fresco. Ônibus. Desço. Trabalho. Trabalho. Saio. Frio. Frio. Ônibus. Frio. Metrô. Calor humano. Saio pra casa. Braços cruzados. Frio. Ué, mas ainda ontem fez calor! Não choveu, blábláblá. Garoa. Em pleno dezembro?
E amanhã? Só falta nevar. Mas São Paulo não neva, garoa.
Clima de São Paulo em dois dias
Ontem, blusa de manga curta azul-marinho. Carro. Sol. Trânsito. Estaciono. Coloco o papelão para cobrir o volante. Trabalho. Trabalho. Saio. Calor. Calor. Chego no carro. Abro a porta. Bafo. Assopro. Calor. Abro a janela. Vento? Tiro o papelão do pára-brisas. Ligo o carro. Ponho as mãos no volante. AU! Me acostumo. Vento. Ventilador (alguém falou em ar condicionado? Isso é coisa de quem não se mistura com a gentalha). Volto pra casa. Saio do carro. Cara vermelha. Marca do cinto de segurança na blusa com suor.
Hoje. Blusa regata verde-limão. Rodízio. Metrô. Lotado. Brás. Gente, gente, gente. Sé. Desço. Linha azul. Sento. Três estações e desço. Saio. Vento fresco. Ônibus. Desço. Trabalho. Trabalho. Saio. Frio. Frio. Ônibus. Frio. Metrô. Calor humano. Saio pra casa. Braços cruzados. Frio. Ué, mas ainda ontem fez calor! Não choveu, blábláblá. Garoa. Em pleno dezembro?
E amanhã? Só falta nevar. Mas São Paulo não neva, garoa.
domingo, 31 de agosto de 2003
MENINA VENENO ESPECIAL: 20 ANOS DE COMÉDIA
Temos hoje o aniversário de Heloisa, que nasceu em 31/08/1983, e hoje mora em São José dos Campos. Sobre o fato de fazer 20 invernos, ela disse algo que parece ser que o importante é que ela não é velha, só um pouco. Mil felicidades a mais esta Menina Veneno!
20 ANOS DEFASADOS
Temos também os seguintes aniversários:
Rúbia, que nasceu em 18/03/1983
Daniela, que nasceu em 25/08/1983
Juliana, que nasceu em 26/08/1983
Clara, que nasceu em 26/08/1983
Heloísa, que nasceu em 27/08/1983
Luce, que nasceu em 27/08/1983
Danielle, que nasceu em 29/08/1983
Mariana, que nasceu em 29/08/1983
Gisela, que nasceu em 30/08/1983
Mil felicidades a estas Meninas Veneno!
BOLETIM GUARDA DO CONDE E VALVULADA 2003
Pelo visto, ninguém da Elétrica ainda sabe do festival, que se ocorrer, já terá um grande encontro de concorrências: Zé Ramalho e Alceu Valença tocando no mesmo dia, mas em lugares diferentes. Aguarde em breve mais informações.
PROFISSÃO NOME DE GUERRA + HORÁRIOS ESDRÚXULOS + SATISFAZER O CLIENTE
Depois de ver uma agência de turismo rodar um telão cuja data do dia era 12/01/1993 (em pleno 27/08/2003), eu tive a brilhante idéia de fazer um novo quadro para esse blog que já andava meio parado.
Depois de "Na Cama com Madonna" (que inspirou o atual sucesso "Na cama com Gizele") e de "Na sala com Vanusa", eu lanço hoje o mais novo empreendimento:
NO CARRO COM MAFÊ
Segunda-feira é dia de chuva e de frio. E claro, congestionamento. Estava tanto congestionamento que no pedaço que fica entre o viaduto Guadalajara e o Bresser na Radial, eu ouvi uma "Faroeste Caboclo" inteira!
Terça-feira eu chego na faculdade e vou desligar o desembaçador traseiro que simplesmente afunda no painel. Aliás nesse dia, eu depois de ligar o motor pela primeira vez e fazer o carro pegar de primeira (falando: "milagre, consegui fazer o carro pegar de pri.....") o carro morre de frio. Alguém sabe o que é afogador? Não, os carros atuais não vem com essa peça que ajuda a esquentar o carro em dias de muito frio. Pois é, eu também não sabia.
Quarta e quinta fui de bus devido ao rodízio e a uma força maior e muito melhor que falarei mais tarde.
Para na sexta-feira eu utilizar o afogador e mesmo assim o carro morrer. Na hora de subir a Eusébio Matoso, um carro contemporâneo ao meu entrava com tudo pela direita, e outro me acerta na esquerda. E eu levando 4 atrás, inclusive o irmão da Cíntia, que pela primeira vez estava "NO CARRO COM MAFÊ"
Resultado: ninguém se feriu, nenhum dos carros também, o "meu" arranhou o pára-choque e vai ficar internado por um tempo para repouso, e logo após teremos mais histórias de "No Carro com MaFê". Porque o trânsito é uma caixinha de surpresas!
SOU A MARIA FERNANDA DA GUARDA DO CONDE E EU TAMBÉM ESCUTO ESTÉREO ESTEPE FM.
Depois de voltar de Jarinu onde eu fiz uma flash-viagem, trouxe esta brilhante pérola do cancioneiro atual: Trio Los Anggeles!
DANÇA DO PIRULITO (Trio Los Anggeles)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
Dance e segure no palito
É sensual com muito agito, ponha a mão no seu umbigo
e requebra, meu amor!
E no balanço da gandaia, se entrar daqui não saia
Ai que gostoso, ai que sabor!
E o calor tá derretendo, cê ainda tá lambendo
o pirulito desbo-tou!
Mas ele ainda tá docinho, vai ficar no palitinho
vai brincar com meu amor
(repete)
E a cotação do dia, edição especial
God put a smile upon my face: Eu vou no show do Coldplay!!!
I never meant to cause you trouble: Eu vou ficar sem sair até o fim do ano.
20 ANOS DEFASADOS
Temos também os seguintes aniversários:
Rúbia, que nasceu em 18/03/1983
Daniela, que nasceu em 25/08/1983
Juliana, que nasceu em 26/08/1983
Clara, que nasceu em 26/08/1983
Heloísa, que nasceu em 27/08/1983
Luce, que nasceu em 27/08/1983
Danielle, que nasceu em 29/08/1983
Mariana, que nasceu em 29/08/1983
Gisela, que nasceu em 30/08/1983
Mil felicidades a estas Meninas Veneno!
BOLETIM GUARDA DO CONDE E VALVULADA 2003
Pelo visto, ninguém da Elétrica ainda sabe do festival, que se ocorrer, já terá um grande encontro de concorrências: Zé Ramalho e Alceu Valença tocando no mesmo dia, mas em lugares diferentes. Aguarde em breve mais informações.
PROFISSÃO NOME DE GUERRA + HORÁRIOS ESDRÚXULOS + SATISFAZER O CLIENTE
Depois de ver uma agência de turismo rodar um telão cuja data do dia era 12/01/1993 (em pleno 27/08/2003), eu tive a brilhante idéia de fazer um novo quadro para esse blog que já andava meio parado.
Depois de "Na Cama com Madonna" (que inspirou o atual sucesso "Na cama com Gizele") e de "Na sala com Vanusa", eu lanço hoje o mais novo empreendimento:
NO CARRO COM MAFÊ
Segunda-feira é dia de chuva e de frio. E claro, congestionamento. Estava tanto congestionamento que no pedaço que fica entre o viaduto Guadalajara e o Bresser na Radial, eu ouvi uma "Faroeste Caboclo" inteira!
Terça-feira eu chego na faculdade e vou desligar o desembaçador traseiro que simplesmente afunda no painel. Aliás nesse dia, eu depois de ligar o motor pela primeira vez e fazer o carro pegar de primeira (falando: "milagre, consegui fazer o carro pegar de pri.....") o carro morre de frio. Alguém sabe o que é afogador? Não, os carros atuais não vem com essa peça que ajuda a esquentar o carro em dias de muito frio. Pois é, eu também não sabia.
Quarta e quinta fui de bus devido ao rodízio e a uma força maior e muito melhor que falarei mais tarde.
Para na sexta-feira eu utilizar o afogador e mesmo assim o carro morrer. Na hora de subir a Eusébio Matoso, um carro contemporâneo ao meu entrava com tudo pela direita, e outro me acerta na esquerda. E eu levando 4 atrás, inclusive o irmão da Cíntia, que pela primeira vez estava "NO CARRO COM MAFÊ"
Resultado: ninguém se feriu, nenhum dos carros também, o "meu" arranhou o pára-choque e vai ficar internado por um tempo para repouso, e logo após teremos mais histórias de "No Carro com MaFê". Porque o trânsito é uma caixinha de surpresas!
SOU A MARIA FERNANDA DA GUARDA DO CONDE E EU TAMBÉM ESCUTO ESTÉREO ESTEPE FM.
Depois de voltar de Jarinu onde eu fiz uma flash-viagem, trouxe esta brilhante pérola do cancioneiro atual: Trio Los Anggeles!
DANÇA DO PIRULITO (Trio Los Anggeles)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
É a dança do pirulito (tchutchutchutchu)
Dance e segure no palito
É sensual com muito agito, ponha a mão no seu umbigo
e requebra, meu amor!
E no balanço da gandaia, se entrar daqui não saia
Ai que gostoso, ai que sabor!
E o calor tá derretendo, cê ainda tá lambendo
o pirulito desbo-tou!
Mas ele ainda tá docinho, vai ficar no palitinho
vai brincar com meu amor
(repete)
E a cotação do dia, edição especial
God put a smile upon my face: Eu vou no show do Coldplay!!!
I never meant to cause you trouble: Eu vou ficar sem sair até o fim do ano.
Marcadores:
Guarda do Conde,
Menina Veneno,
Paulistanices,
Rádio Estéreo Estepe FM
sexta-feira, 4 de julho de 2003
MENINA VENENO ESPECIAL: 20 ANOS DE CONFESSIONÁRIO QUE SE EXCEDE
E a bola da vez é a Cristiane, que nasceu em 04/07/1983, e tem uma parentada enorme. Hoje ela estuda direito no Rio de Janeiro. Ela se auto define como neo-hippie, e tem um estilo todo paz e amor. Na última segunda feira ela ficou sabendo que foi sequestrada porque um cara passou trote na casa dela dizendo isso. Mil felicidades a mais esta Menina Veneno!
20 ANOS SEMPRE SONHANDO
Também temos o da Rafaella, que também nasceu em 04/07/1983. E ela resume todo o nosso humor e estado aniversariante com uma simples e direta frase: "aff, vinte aninhos, é foda". E ela ganhou um bob esponja de presente. Mil felicidades a mais esta Menina Veneno!
E também temos os DEFASADOS:
Elise Peanuts, nascida em 30/06/1983
Michelle Branch (que tocou com Santana), que nasceu em 02/07/1983
Zzele, que nasceu em 02/07/1983
Mil felicidades a todas!
RIDING WITH THE KING
Segunda-feira estava desenchabida da vida na Universidade devido a uns rolos que deu com professor, e fui eu voltar pra casa de busão. Vou esperar num lado da rua, e eis que aparece do outro o meu querido ônibus-montanha-russa-de-pobre, e eu vou correndo atravessar e dar o sinal. Sorte que o motorista parou e eu entrei. Nisso, eu vejo ninguém menos que ele falando:
- Sem pressa, minha filha, sem pressa!
Reginaldo Rossi, the king, o motorista do ônibus! Em carne, osso, óculos e carapinha, o máximo!
GRANDES FRASES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
"Meus amigos falam que eu sou demais, mas é somente ela que me satisfaz" (Lairton dos Teclados)
E a bola da vez é a Cristiane, que nasceu em 04/07/1983, e tem uma parentada enorme. Hoje ela estuda direito no Rio de Janeiro. Ela se auto define como neo-hippie, e tem um estilo todo paz e amor. Na última segunda feira ela ficou sabendo que foi sequestrada porque um cara passou trote na casa dela dizendo isso. Mil felicidades a mais esta Menina Veneno!
20 ANOS SEMPRE SONHANDO
Também temos o da Rafaella, que também nasceu em 04/07/1983. E ela resume todo o nosso humor e estado aniversariante com uma simples e direta frase: "aff, vinte aninhos, é foda". E ela ganhou um bob esponja de presente. Mil felicidades a mais esta Menina Veneno!
E também temos os DEFASADOS:
Elise Peanuts, nascida em 30/06/1983
Michelle Branch (que tocou com Santana), que nasceu em 02/07/1983
Zzele, que nasceu em 02/07/1983
Mil felicidades a todas!
RIDING WITH THE KING
Segunda-feira estava desenchabida da vida na Universidade devido a uns rolos que deu com professor, e fui eu voltar pra casa de busão. Vou esperar num lado da rua, e eis que aparece do outro o meu querido ônibus-montanha-russa-de-pobre, e eu vou correndo atravessar e dar o sinal. Sorte que o motorista parou e eu entrei. Nisso, eu vejo ninguém menos que ele falando:
- Sem pressa, minha filha, sem pressa!
Reginaldo Rossi, the king, o motorista do ônibus! Em carne, osso, óculos e carapinha, o máximo!
GRANDES FRASES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
"Meus amigos falam que eu sou demais, mas é somente ela que me satisfaz" (Lairton dos Teclados)
Marcadores:
GFDMPB,
Menina Veneno,
Paulistanices
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2003
A BOLA QUADRADA DA MAFÊ
Como o Kiko do Chaves, todo mundo tem a sua bola quadrada, aquele sonho de consumo quase impossível. Eu tenho o meu: uma camiseta preta com o dizer "POSER". Eu pensava: "tem tanta camiseta com dizeres, por que não uma escrito 'poser'?" E fui então fazer minha peregrinação em um shopping da ZL.
Procurava nas lojas maiores, que não tinha vendedores instigando. Mas fui parar numa loja com dois atendentes chatos:
Atendente chata: "Olá, posso ajudar?"
MaFê: "Estou afim de ver camisetas com escritas, mas nada que parecesse de universidade americana" (Nota da Ex-Timber: aquelas camisetas com brasões, números, e CALIFÓRNIA escrito)
Atendente chata: "Olha, tem essas aqui."
MaFê: "É que eu queria uma escrita 'POSER'."
Atendente chato: "Mostra essas aí"
MaFê: "Mas essa está escrito RWD" (Nota da Ex-timber: mais ou menos assim)
Atendente chata: "Esse é o nome da loja"
MaFê: "Mas eu queria 'POSER'."
Atendente chato: "E se você não encontrar essa camiseta?"
MaFê: "Eu faço por conta própria!"
Atendente chato: "Então veja essas duas camisetas, R$ 17,90 dá pra desenhar, bordar..." (Nota da ex-timber: eram BRANCAS!)
MaFê, tentando ser educada: "Daqui a pouco eu volto"
Atendente chato: "Olha, tem bolsinho, dá pra fazer uma estrela
Atendente chata: "Por que não leva essas blusinhas em promoção, R$ 5,90 ?"
Atendente chato: "não vá embora, o meu cartão......"
Fui! e não queria mais voltar naquela loja. É que eu nem lembro direito do diálogo, sei que teve mais coisas, mas espere só até eu conseguir minha camiseta poser! Se não tiver, eu serei minha própria Professor Lingüiça e farei eu mesma. Aliás, tenho várias idéias de camisetas com dizeres... E vou estrear a "POSER" no festival Valvuladas da Poli!
Procurava nas lojas maiores, que não tinha vendedores instigando. Mas fui parar numa loja com dois atendentes chatos:
Atendente chata: "Olá, posso ajudar?"
MaFê: "Estou afim de ver camisetas com escritas, mas nada que parecesse de universidade americana" (Nota da Ex-Timber: aquelas camisetas com brasões, números, e CALIFÓRNIA escrito)
Atendente chata: "Olha, tem essas aqui."
MaFê: "É que eu queria uma escrita 'POSER'."
Atendente chato: "Mostra essas aí"
MaFê: "Mas essa está escrito RWD" (Nota da Ex-timber: mais ou menos assim)
Atendente chata: "Esse é o nome da loja"
MaFê: "Mas eu queria 'POSER'."
Atendente chato: "E se você não encontrar essa camiseta?"
MaFê: "Eu faço por conta própria!"
Atendente chato: "Então veja essas duas camisetas, R$ 17,90 dá pra desenhar, bordar..." (Nota da ex-timber: eram BRANCAS!)
MaFê, tentando ser educada: "Daqui a pouco eu volto"
Atendente chato: "Olha, tem bolsinho, dá pra fazer uma estrela
Atendente chata: "Por que não leva essas blusinhas em promoção, R$ 5,90 ?"
Atendente chato: "não vá embora, o meu cartão......"
Fui! e não queria mais voltar naquela loja. É que eu nem lembro direito do diálogo, sei que teve mais coisas, mas espere só até eu conseguir minha camiseta poser! Se não tiver, eu serei minha própria Professor Lingüiça e farei eu mesma. Aliás, tenho várias idéias de camisetas com dizeres... E vou estrear a "POSER" no festival Valvuladas da Poli!
segunda-feira, 25 de novembro de 2002
PROFISSÃO SABRINA
E hoje no metrô vi uma mulher quarentona lendo um livro cujo título era "Desejos íntimos" ou alguma coisa parecida. E ela lia aquilo com gosto, nunca vi!
Lá em Pinheiros tem um cantor que é o "cigano do forró". Não lembro o nome dele, mas tem um cabelinho do Frank Aguiar e a propaganda do seu CD é "leve ele para casa". Credincruz! Quem é que vai querer levar um cigano do forró com aquele cabelinho e aquelas roupitchas espalhafatosas?!
E a viagem ao PETAR? Calma que tem muita coisa deste fim de semana para contar. Mas vamos por partes. Vou começar mesmo amanhã com a viagem em si. As cavernas, o rio, as brincadeiras, e muito mais. mais tarde com um incidente que... vocês não podem perder. Foi mais rápido e mais trágico que o cavalo de Guaratinguetá. Foi inacreditável, foi estranho, muito estranho.
Vem aí.... a história do caminhão da Régis, com todo o contexto pessoal. (suspense....)
Enrolo como enrolei com o cavalo ou não?
Lá em Pinheiros tem um cantor que é o "cigano do forró". Não lembro o nome dele, mas tem um cabelinho do Frank Aguiar e a propaganda do seu CD é "leve ele para casa". Credincruz! Quem é que vai querer levar um cigano do forró com aquele cabelinho e aquelas roupitchas espalhafatosas?!
E a viagem ao PETAR? Calma que tem muita coisa deste fim de semana para contar. Mas vamos por partes. Vou começar mesmo amanhã com a viagem em si. As cavernas, o rio, as brincadeiras, e muito mais. mais tarde com um incidente que... vocês não podem perder. Foi mais rápido e mais trágico que o cavalo de Guaratinguetá. Foi inacreditável, foi estranho, muito estranho.
Vem aí.... a história do caminhão da Régis, com todo o contexto pessoal. (suspense....)
Enrolo como enrolei com o cavalo ou não?
terça-feira, 15 de outubro de 2002
PROFISSÃO CRIANÇA FELIZ
Ontem no metrô enquanto escutava dois são-paulinos cantando rap atrás de mim, vi na minha frente uma criança pegar um "celular" na mão. No celular vinha embutido um pirulito "Chupa-chups". Aí ela pega e começa a ligar no brinquedinho. E aquilo parecendo funcionar de verdade. Foi quando liguei meu desconfiômetro: "será que isso é de verdade?" E ela começa a falar quando chega a hora da verdade: o túnel do Bresser. Lá, nenhum celular pega. E ela continuou falando e eu respirei aliviada. Aí ela começou a conversar comigo:
Criança: "você tem celular?"
Eu me assusto com a pergunta, mas deixa eu entrar no universo infantil onde "cinco patinhos foram passear"...
MaFê: "Com Chupa-chups, não"
E ela continuou me mostrando o celularzinho de brinquedo que parecia de verdade, ameaçando quebrar sem querer. Ela continuou, a mãe só olhando:
Criança: "Você tem machucado?"
MaFê: "Não"
E ela me mostrou um baita arranhão feito na perna. Aí eu mostrei uma feridinha de 1994 pra ela: (só existe a marca), perguntei a idade (7 aninhos) e falei que era antes de ela ter nascido.
Tadinha, criança sofre! Mas o pior foi o meu susto por causa do celular aos 7 anos. Imagina, no meu tempo não tinha essas coisas, no máximo a maquininha de tricô.
E queria agradecer as visitas desta semana. Falo o nome depois porque não estou com o nome do site da pessoa.
terça-feira, 8 de outubro de 2002
A TEMPERATURA JÁ ESTÁ SUBINDO E EU ESTOU SENTINDO MUITO CALOR (Jingle de uma propaganda de loja moda praia de Caraguá, tocado na Morada FM durante o verão 2001/2002. Para cantar no ritmo de "Man I feel like a woman")
Sete de outubro de dois mil e dois, São Paulo. Duas e meia da tarde. O termômetro louco da ECA registra 38oC, seu recorde histórico. Às sete da noite, ainda calor, Fernanda comentou (que calor!). Meus olhos brilharam.
Dia oito de outubro, trajetória casa-piscina, onze horas, 33oC na Consolação. Os olhos e pensamentos urbanos da população se voltavam ao trabalho, suando as bicas de calor. Minha mente naquele instante desceu a serra e parou na praia, para se bronzear e tomar banho de mar, mesmo que fosse naquela praia bostenta do Boqueirão. Ai, que saudade! Onze e meia, 35oC em outro termômetro doido da USP. Falta pouco para eu entrar na piscina. Às 11:40, finalmente, entro na piscina. Alívio, alegria, júbilo são os sentimentos mais pulsantes naquela hora. Foram quase uma hora e vinte minutos nadando, se refrescando, tomando sol [mesmo com a marcona do maiô de natação e evitando ao máximo de usar aqueles óculos de mergulho, para não ficar com aquele efeito Quico (vide episódio do Chaves em Acapulco)].
Aquela água me lavou a alma. Agora entendo o que o Bozo quis dizer com "lavando o corpinho por fora e por dentro". aihehehehehehehehe.......
Em alta: Já pintou o verão, calor no coração
Em baixa: eu moro em São Paulo.....
Sete de outubro de dois mil e dois, São Paulo. Duas e meia da tarde. O termômetro louco da ECA registra 38oC, seu recorde histórico. Às sete da noite, ainda calor, Fernanda comentou (que calor!). Meus olhos brilharam.
Dia oito de outubro, trajetória casa-piscina, onze horas, 33oC na Consolação. Os olhos e pensamentos urbanos da população se voltavam ao trabalho, suando as bicas de calor. Minha mente naquele instante desceu a serra e parou na praia, para se bronzear e tomar banho de mar, mesmo que fosse naquela praia bostenta do Boqueirão. Ai, que saudade! Onze e meia, 35oC em outro termômetro doido da USP. Falta pouco para eu entrar na piscina. Às 11:40, finalmente, entro na piscina. Alívio, alegria, júbilo são os sentimentos mais pulsantes naquela hora. Foram quase uma hora e vinte minutos nadando, se refrescando, tomando sol [mesmo com a marcona do maiô de natação e evitando ao máximo de usar aqueles óculos de mergulho, para não ficar com aquele efeito Quico (vide episódio do Chaves em Acapulco)].
Aquela água me lavou a alma. Agora entendo o que o Bozo quis dizer com "lavando o corpinho por fora e por dentro". aihehehehehehehehe.......
Em alta: Já pintou o verão, calor no coração
Em baixa: eu moro em São Paulo.....
Marcadores:
Cotação,
Paulistanices,
USP em tudo
terça-feira, 1 de outubro de 2002
XIITA É A MAACAACA DO TAARZAAN
Eu respeito:
pessoas com opções sexuais diferentes da minha;
pessoas com religiões diferentes da minha;
filosofias de vida diferentes;
estilos de música diferentes;
times de futebol diferentes;
até mesmo americano.
Mas não consigo engolir COMO É QUE UMA PESSOA AINDA TEM A PACHORRA DE VOTAR NO MALUF, AH, ISSO EU NÃO RESPEITO!
PROFISSÃO VALE DOS PERDIDOS
Ontem cheguei na Praça da República e peguei o ônibus para a faculdade. Ele foi passando, passando, e quando parou no Hospital das Clínicas eu vi pelo reflexo que estava escrito:
PINHEIROS
Eita, tem alguma coisa errada aqui. Desci, sorte que o verdadeiro ônibus estava em frente. Depois, subiu uma garota que eu tinha conhecido meses antes no ônibus e ela me falou que tinha se perdido mais ainda, ela foi parar na marginal, teve que subir até chegar ao ponto de ônibus. Ou seja, ontem foi o dia da gente se perder no ônibus.
SIMPLIFIQUE A SUA VIDA
Bianca: "Como você conseguiu pegar um ônibus errado?"
MaFê: "Ué, pegando!"

Which Sex and the City Vixen Best Matches Your Sex Style?
Em alta: Não ter tempo para assistir TV
Em baixa: Nova novela das 6 com Letícia Spiller e um bando de portugueses
Eu respeito:
pessoas com opções sexuais diferentes da minha;
pessoas com religiões diferentes da minha;
filosofias de vida diferentes;
estilos de música diferentes;
times de futebol diferentes;
até mesmo americano.
Mas não consigo engolir COMO É QUE UMA PESSOA AINDA TEM A PACHORRA DE VOTAR NO MALUF, AH, ISSO EU NÃO RESPEITO!
PROFISSÃO VALE DOS PERDIDOS
Ontem cheguei na Praça da República e peguei o ônibus para a faculdade. Ele foi passando, passando, e quando parou no Hospital das Clínicas eu vi pelo reflexo que estava escrito:
PINHEIROS
Eita, tem alguma coisa errada aqui. Desci, sorte que o verdadeiro ônibus estava em frente. Depois, subiu uma garota que eu tinha conhecido meses antes no ônibus e ela me falou que tinha se perdido mais ainda, ela foi parar na marginal, teve que subir até chegar ao ponto de ônibus. Ou seja, ontem foi o dia da gente se perder no ônibus.
SIMPLIFIQUE A SUA VIDA
Bianca: "Como você conseguiu pegar um ônibus errado?"
MaFê: "Ué, pegando!"
Which Sex and the City Vixen Best Matches Your Sex Style?
Em alta: Não ter tempo para assistir TV
Em baixa: Nova novela das 6 com Letícia Spiller e um bando de portugueses
Assinar:
Comentários (Atom)