Lembram deste post? A saga continua.
2007: Morreu Nair Bello. Seu último trabalho foi no "Zorra Total".
O que faz Maria Barrillari? Na realidade, eu não sei, mas entre aqui que te conto!
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terça-feira, 17 de abril de 2007
domingo, 15 de abril de 2007
LÁ VEM O ALEMÃO - diário de Siri (visão de quem nunca viu o jogo)
! Reprodução exata do que foi digitado pela blogante !
Oi gente!
Estou muito empolgada porque depois de tanto tempo vou voltar a ver o alemão. Esta semana me arrumei todinha pra ver o alemão. Fiz unha, barba, cabelo e bigode, só pra ver o alemão.
O alemão vem me visitar em minha casa e eu estou com um friozinho na barriga, será que vai dar certo? Mas eu não vou fazer nada, vou esperar ele fazer alguma coisa, né?
Beeeeeeeeeijos a tds.
Oi gente!
Estou muito empolgada porque depois de tanto tempo vou voltar a ver o alemão. Esta semana me arrumei todinha pra ver o alemão. Fiz unha, barba, cabelo e bigode, só pra ver o alemão.
O alemão vem me visitar em minha casa e eu estou com um friozinho na barriga, será que vai dar certo? Mas eu não vou fazer nada, vou esperar ele fazer alguma coisa, né?
Beeeeeeeeeijos a tds.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
SING WITH ME, SING FOR THE YEAR, SING FOR THE LAUGHTER, SING FOR THE TEAR...
Ontem estava lá no show do Aerosmith. Quem diria! E valeu muito a pena cada centavo gasto neste show.
No ônibus ao caminho no Morumbi, uma estatística: três quintos dos passageiros estavam a caminho do show. E o pessoal comentando: "Eu trabalhei no show do Bon Jovi", "Eu trabalhei no show do Michael Jackson e da Madonna". É, e eu trabalhei no show do Exaltasamba...
No desembarque, toda aquela massa descia até o estádio para o show. Eram sessenta mil pagantes! E tinha gente de tudo quanto era tipo, não só gente de tribo do rock, tanto que tínhamos até assistido ao famigerado show do Chiclete com Banana. E eu estava de pink, porque "pink is the colour of fashion".
Eu nunca tinha ido em show de estádio. A primeira vez que fui ao Morumbi foi para assistir ao jogaço do Timão contra o Real Madrid, no Mundial de 2000, e ainda de quebra, vi o Dida defender um pênalti. A última vez foi no jogo Brasil x Equador, nas eliminatórias da Copa da Coréia, que o Equador fez gol e a multidão jogava as bandeiras fornecidas pela Telesp Celular.
Chegando lá, me lembrei de algo que nem tinha passado pela minha cabeça. O show de abertura foi do Velvet Revolver! Para quem não sabe, o Velvet Revolver é o Guns'n'Roses sem o Axl. Eu estava ali realizando um sonho de 15 anos atrás, de ver o Guns'n'Roses. Tá certo que não era Guns nem tinha Axl, mas estava valendo e muito ver o Slash, em carne, osso, cabeleira e cartola. Eu estava na arquibancada e só com binóculo conseguíamos enxergar alguma coisa. Tanto que nem deu para ver a cara do Slash. Ou melhor, acho que nem o pessoal da pista na fila do gargarejo conseguiu ver a cara do Slash.
O vocalista do Velvet Revolver é o do STP (aqueles que cantavam minha música embromation favorita, "Plush"). Ele cantava, dançava, se contorcia, rebolava, gritava "Oubrigadou, moderfóquin São Paulo", deixava a cintura da calça tão baixa que dava para ver os cofres, mas ninguém dava muita bola para ele (afinal, ninguém faz "dancinha" melhor que o Axl). Agora, quando aparecia o Slash nos telões tocando seus solos, a galera ovacionava o cara. A banda chegou até a tocar dois sucessos do Guns, mas eu reconheci só o "It's so easy". Mas o ápice deles foi na balada celulável "Fall to pieces", a única do Velvet que eu sabia cantar.
Mas deram sete ou oito músicas e os fãs do Aerosmith já queriam ver a atração principal.
Acabou o show e começaram a montar o palco. Enquanto o show não começava, a arquibancada toda fazia ola de um lado para o outro, até que começaram ao mesmo tempo e se encontraram no meio da arquibancada.
E começou o show. Apareciam imagens da banda e no final uma bandeira brasileira, que ganhou aplausos do povo. Eles entraram tocando "Love in an elevator". E o mais importante de tudo: Steven Tyler tem 59 anos, Joe Perry tem 56 e eles "não têm cara de tiozão" Apesar de todo o perereco que eles tiveram com drogas e tudo o mais, Steven Tyler continua correndo o palco com seu pedestal envolto por uma echarpe (ou algo parecido), pulando, passando a mão no cabelo, fazendo caras e bocas (e que boca, isto dava pra ver de onde eu estava) e dando seus tradicionais gritinhos. E o cara canta muito! E Joe Perry continua elegantérrimo tocando sua guitarra. Detalhe: ambos vão para a frente do palco porque lá tem ventiladores para eles ficarem bem esvoaçantes!
E foi um show bem voltado ao bom e velho rock'n'roll deles, apesar de puxarem as músicas mais novas. Tiveram três momentos celuláveis (onde a galera acende isqueiros, ou o celular): "Crying", a única da fase Alicia Silverstone; "Dream on", a verdadeira e tradicional que o Eminem sampleou; e "I don't want to miss a thing", que apesar de eu ter enjoado de tanto tocar nas rádios na época do filme "Armaggedon", gostei de ouvir ao vivo.
Depois, Steven Tyler descansou e foi a vez de Joe Perry cantar blues, porque eles gravaram um álbum só de blues. E a gente sentou, porque blues é para se ouvir sentado.
Além disso, tocaram "Janie's got a gun", "Living on the edge" e finalizaram com o bis de "Walk this way". Enfim, foi um excelente show.
FRASE DO DIA
"Vocês foram no rock?" (Taxista)
No ônibus ao caminho no Morumbi, uma estatística: três quintos dos passageiros estavam a caminho do show. E o pessoal comentando: "Eu trabalhei no show do Bon Jovi", "Eu trabalhei no show do Michael Jackson e da Madonna". É, e eu trabalhei no show do Exaltasamba...
No desembarque, toda aquela massa descia até o estádio para o show. Eram sessenta mil pagantes! E tinha gente de tudo quanto era tipo, não só gente de tribo do rock, tanto que tínhamos até assistido ao famigerado show do Chiclete com Banana. E eu estava de pink, porque "pink is the colour of fashion".
Eu nunca tinha ido em show de estádio. A primeira vez que fui ao Morumbi foi para assistir ao jogaço do Timão contra o Real Madrid, no Mundial de 2000, e ainda de quebra, vi o Dida defender um pênalti. A última vez foi no jogo Brasil x Equador, nas eliminatórias da Copa da Coréia, que o Equador fez gol e a multidão jogava as bandeiras fornecidas pela Telesp Celular.
Chegando lá, me lembrei de algo que nem tinha passado pela minha cabeça. O show de abertura foi do Velvet Revolver! Para quem não sabe, o Velvet Revolver é o Guns'n'Roses sem o Axl. Eu estava ali realizando um sonho de 15 anos atrás, de ver o Guns'n'Roses. Tá certo que não era Guns nem tinha Axl, mas estava valendo e muito ver o Slash, em carne, osso, cabeleira e cartola. Eu estava na arquibancada e só com binóculo conseguíamos enxergar alguma coisa. Tanto que nem deu para ver a cara do Slash. Ou melhor, acho que nem o pessoal da pista na fila do gargarejo conseguiu ver a cara do Slash.
O vocalista do Velvet Revolver é o do STP (aqueles que cantavam minha música embromation favorita, "Plush"). Ele cantava, dançava, se contorcia, rebolava, gritava "Oubrigadou, moderfóquin São Paulo", deixava a cintura da calça tão baixa que dava para ver os cofres, mas ninguém dava muita bola para ele (afinal, ninguém faz "dancinha" melhor que o Axl). Agora, quando aparecia o Slash nos telões tocando seus solos, a galera ovacionava o cara. A banda chegou até a tocar dois sucessos do Guns, mas eu reconheci só o "It's so easy". Mas o ápice deles foi na balada celulável "Fall to pieces", a única do Velvet que eu sabia cantar.
Mas deram sete ou oito músicas e os fãs do Aerosmith já queriam ver a atração principal.
Acabou o show e começaram a montar o palco. Enquanto o show não começava, a arquibancada toda fazia ola de um lado para o outro, até que começaram ao mesmo tempo e se encontraram no meio da arquibancada.
E começou o show. Apareciam imagens da banda e no final uma bandeira brasileira, que ganhou aplausos do povo. Eles entraram tocando "Love in an elevator". E o mais importante de tudo: Steven Tyler tem 59 anos, Joe Perry tem 56 e eles "não têm cara de tiozão" Apesar de todo o perereco que eles tiveram com drogas e tudo o mais, Steven Tyler continua correndo o palco com seu pedestal envolto por uma echarpe (ou algo parecido), pulando, passando a mão no cabelo, fazendo caras e bocas (e que boca, isto dava pra ver de onde eu estava) e dando seus tradicionais gritinhos. E o cara canta muito! E Joe Perry continua elegantérrimo tocando sua guitarra. Detalhe: ambos vão para a frente do palco porque lá tem ventiladores para eles ficarem bem esvoaçantes!
E foi um show bem voltado ao bom e velho rock'n'roll deles, apesar de puxarem as músicas mais novas. Tiveram três momentos celuláveis (onde a galera acende isqueiros, ou o celular): "Crying", a única da fase Alicia Silverstone; "Dream on", a verdadeira e tradicional que o Eminem sampleou; e "I don't want to miss a thing", que apesar de eu ter enjoado de tanto tocar nas rádios na época do filme "Armaggedon", gostei de ouvir ao vivo.
Depois, Steven Tyler descansou e foi a vez de Joe Perry cantar blues, porque eles gravaram um álbum só de blues. E a gente sentou, porque blues é para se ouvir sentado.
Além disso, tocaram "Janie's got a gun", "Living on the edge" e finalizaram com o bis de "Walk this way". Enfim, foi um excelente show.
FRASE DO DIA
"Vocês foram no rock?" (Taxista)
domingo, 8 de abril de 2007
ALAGADOS TRENCHTOWN (virando quadro fixo)
Hoje teve a Missa da Páscoa lá na capela. Foi uma missa linda e lotada, apesar de algumas pessoas estarem viajando. Miltinho e Danilo não vieram, e Dylon tocou bateria no lugar. Quem veio fez de tudo para que saísse como Deus quisesse. Depois teve o Ahjaray. Como muita gente viajou ou foi almoçar na casa da família, tivemos 21 pessoas, contando a coordenação. Fomos no pátio fazer a nossa dinâmica e vimos que estava escuro. Às quinze pro meio dia, começa a chuva. A chuva. Uma chuva muito forte. Yuji chegou a me comentar que nestes dois anos e dois meses de Ahjaray nunca teve uma chuva deste jeito neste horário. Como agora o pessoal está se tornando todo motorizado, foram organizar as caronas. De princípio, Gabriela viria comigo, mas arranjou carona. Mariana, Dylon e Pedrinho viriam comigo, mas o pai de Mariana e Pedrinho veio buscá-los. Deixei Ni e Dri em frente ao carro de seus pais, quando o Xuão me avisa:
- A rua está alagada.
E estava mesmo. Por isso os carros dos pais estavam entrando para buscar os filhos. E no entra-e-sai, acabei saindo e ficando no meio do alagado. Parei o carro com água no "tornozelo" e liguei para cima para ver se alguém precisaria de carona. Nisso os carros querendo passar e eu tentando ver com o Yuji, com o Daniel e com a Bruninha se alguém precisaria de carona. Todos se acertaram e fui embora.
Este quadro "Alagados Trenchtown" de princípio não era para ser um quadro fixo. Mas devido ao aquecimento global, este será um quadro fixo e provavelmente mais comentado até que os clipes de Bollywood e as peripércias do Ahjaray.
- A rua está alagada.
E estava mesmo. Por isso os carros dos pais estavam entrando para buscar os filhos. E no entra-e-sai, acabei saindo e ficando no meio do alagado. Parei o carro com água no "tornozelo" e liguei para cima para ver se alguém precisaria de carona. Nisso os carros querendo passar e eu tentando ver com o Yuji, com o Daniel e com a Bruninha se alguém precisaria de carona. Todos se acertaram e fui embora.
Este quadro "Alagados Trenchtown" de princípio não era para ser um quadro fixo. Mas devido ao aquecimento global, este será um quadro fixo e provavelmente mais comentado até que os clipes de Bollywood e as peripércias do Ahjaray.
domingo, 25 de março de 2007
COMEMORAÇÃO DO DIA DA RUA 25 DE MARÇO
Faz cinco anos que escrevi sobre este belo dia, e tenho razões para escrever de novo. Pois ontem estive lá na véspera da rua, comemorando o dia da Rua 25 de Março, o "dia internacional do camelô". Mudou alguma coisa? Muito mais gente vinda do Brasil inteiro comprando aquele pano verde-folha para fazer vestido (moda que faz tanto sucesso no litoral que até a Juliana Paes na novela estava usando um vestido verde-folha). Tinha até turista tirando foto da multidão na ladeira do Porto Geral!
Andei pela 25 carregando uma sacola de +/- 3kg nas costas desviando de carros, camelôs e do Rappa, que quando chegava, dava impressão de que ia cantar "A minha alma tá armada e apontada para a cara do sossego" e todo mundo sairia correndo.
Lá tem de tudo: toalha de praia dos Rebeldes, DVD do filme "Os 300 de Esparta" (Aquele do Rodrigo Santoro. O detalhe é que ele ainda nem chegou aos cinemas daqui) e de todas as temporadas de Lost, flor do BBB, que uma das big-bodes usava no cabelo, boné da Antônia (versão paulistana do "boné da Gramorosa"), massageador com infra-vermelho (o excesso me causou dor nas omoplatas), cortador de cabelo, de barba e de pêlos no nariz e na orelha, brinquedinhos que fazem qualquer criança feliz e um canudo que os camelôs ficavam soprando toda hora e saía sons irritantes como "Ai ai ai titia!", entre outras bugigangas.
Portanto, você, que quer passear em São Paulo e não tem medo de gente, de ficar no sol e de ouvir "Ai ai ai titia!" direto, venha para a 25! Você não sairá com as mãos abanando.
Andei pela 25 carregando uma sacola de +/- 3kg nas costas desviando de carros, camelôs e do Rappa, que quando chegava, dava impressão de que ia cantar "A minha alma tá armada e apontada para a cara do sossego" e todo mundo sairia correndo.
Lá tem de tudo: toalha de praia dos Rebeldes, DVD do filme "Os 300 de Esparta" (Aquele do Rodrigo Santoro. O detalhe é que ele ainda nem chegou aos cinemas daqui) e de todas as temporadas de Lost, flor do BBB, que uma das big-bodes usava no cabelo, boné da Antônia (versão paulistana do "boné da Gramorosa"), massageador com infra-vermelho (o excesso me causou dor nas omoplatas), cortador de cabelo, de barba e de pêlos no nariz e na orelha, brinquedinhos que fazem qualquer criança feliz e um canudo que os camelôs ficavam soprando toda hora e saía sons irritantes como "Ai ai ai titia!", entre outras bugigangas.
Portanto, você, que quer passear em São Paulo e não tem medo de gente, de ficar no sol e de ouvir "Ai ai ai titia!" direto, venha para a 25! Você não sairá com as mãos abanando.
domingo, 4 de março de 2007
AGORA UMA PALAVRA DO NOSSO PATROCINADOR... SOCOOOOORROOO!
É isso aí!
Você gosta de teatro, né?
Você gosta de musical, né?
Você gosta de rádio, né?
Se você tem menos de quarenta anos, você gostaria de ver como seria uma rádio de antigamente?
Se você tem mais de quarenta, gostaria de lembrar como eram criativos e verdadeiros os artistas de antigamente?
Pois bem, chega de esperar! Chegou em São Paulo dia 02/03 a peça Rádio Nacional - As ondas que conquistaram o Brasil, de Fátima Valença. Esta peça é um musical genuinamente brasileiro que mostra como eram os programas da Rádio Nacional, e um pouco de como o pessoal escutava e/ou assistia a eles, pois os programas eram gravados em auditório.
A parte musical é sensacional, mostra que naquela época os cantores eram bons de verdade (como uma vez, Nelson Gonçalves disse que era do tempo que para cantar precisava ter voz). E a caracterização de cada ator é algo surpreendente, tanto que a peça foi indicada para o Prêmio Shell de figurino e música.
Eu fui ver e até a Iris Bruzzi (a Guida Guevara amiga da Mary Montilla) estava lá apreciando a peça. Me interesso porque além de tudo, quando era bixete, fiz um trabalho de faculdade sobre a relação entre rádio, cultura e política, e para a apresentação criamos um clima meio que de rádio anos 30.
E você? O que está esperando para ir ver? A peça está em cartaz no:
Teatro Shopping Frei Caneca - Av Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo.
Sextas e sábados: 21h
Domingos: 18:30
Censura: 12 anos
Duração: 140min
Direção de Fábio Pillar
Supervisão de Bibi Ferreira
Até 27/5!!!
Você gosta de teatro, né?
Você gosta de musical, né?
Você gosta de rádio, né?
Se você tem menos de quarenta anos, você gostaria de ver como seria uma rádio de antigamente?
Se você tem mais de quarenta, gostaria de lembrar como eram criativos e verdadeiros os artistas de antigamente?
Pois bem, chega de esperar! Chegou em São Paulo dia 02/03 a peça Rádio Nacional - As ondas que conquistaram o Brasil, de Fátima Valença. Esta peça é um musical genuinamente brasileiro que mostra como eram os programas da Rádio Nacional, e um pouco de como o pessoal escutava e/ou assistia a eles, pois os programas eram gravados em auditório.
A parte musical é sensacional, mostra que naquela época os cantores eram bons de verdade (como uma vez, Nelson Gonçalves disse que era do tempo que para cantar precisava ter voz). E a caracterização de cada ator é algo surpreendente, tanto que a peça foi indicada para o Prêmio Shell de figurino e música.
Eu fui ver e até a Iris Bruzzi (a Guida Guevara amiga da Mary Montilla) estava lá apreciando a peça. Me interesso porque além de tudo, quando era bixete, fiz um trabalho de faculdade sobre a relação entre rádio, cultura e política, e para a apresentação criamos um clima meio que de rádio anos 30.
E você? O que está esperando para ir ver? A peça está em cartaz no:
Teatro Shopping Frei Caneca - Av Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo.
Sextas e sábados: 21h
Domingos: 18:30
Censura: 12 anos
Duração: 140min
Direção de Fábio Pillar
Supervisão de Bibi Ferreira
Até 27/5!!!
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
RESULTADO DO CARNAVAL
A Mocidade Alegre, que eu não vi, acabou ganhando o Carnaval. A Acadêmicos do Tatuapé acabou não subindo para o Grupo Especial (foi só eu não desfilar mais que a escola andou caindo. Estão precisando da minha alegoria, minha harmonia e minha evolução), e a Peruche do Maurício de Souza caiu. Conta-se que o locutor, quando anunciou o resultado desta escola, levou uma coelhada.
MAIS CURIOSIDADES DO CARNAVAL
Lembram que eu falei Monique Evans? Pois é, aquela loira no carro abre-alas era ninguém menos que Ana Maria Braga. Para ver a distância.
Outra coisa engraçada é que os puxadores chegavam com seus "Alô comunidade!" tradicionais e gritavam: "Alô Chico Pinheiro! Alô Lecy Brandão!"
MAIS CURIOSIDADES DO CARNAVAL
Lembram que eu falei Monique Evans? Pois é, aquela loira no carro abre-alas era ninguém menos que Ana Maria Braga. Para ver a distância.
Outra coisa engraçada é que os puxadores chegavam com seus "Alô comunidade!" tradicionais e gritavam: "Alô Chico Pinheiro! Alô Lecy Brandão!"
domingo, 18 de fevereiro de 2007
CARNAVAL 2007 - REQUENTANDO OS TAMBORINS
O MaFê's Reality Show tem a honra de julgar oito das escolas de samba de São Paulo:
Tom Maior: A escola foi bem no quesito ala das baianas, porque elas estavam todas lindas de prata, e quando rodavam, aquilo brilhava. No carro alegórico da ABC, tivemos a presença de vossa excelência Frank Aguiar, o cãozinho da Assembléia dos Deputados. Au!
Império da Casa Verde: A Império chegou toda suntuosa com seus tigres enormes e aquele carro abre-alas que soltava fogos e serpentina. Sheila Mello dançava e animava a bateria, junto com a moça da comunidade da Casa Verde. O samba era legal, mas segundo uma carioca que lá estava não empolgou porque tem que ser um refrão fácil, extremamente fácil pra você e eu e todo mundo cantar junto...
Acadêmicos do Tucuruvi: ... como o refrão deste samba. Luiza Mell sambava arreganhadamente e a comissão de frente dava o show com a menina que parecia uma borracha. A bateria animava com suas coreografias, e a cena de um folião tantã com o celular quase atrapalhando a harmonia e a evolução da escola.
Unidos de Vila Maria: Esta empolgou o público, menos eu. Visualmente não foi legal, mas audiomente, sim. Um cidadão comentou que "essa leva" olhando as alegorias. O samba era legal, pelo menos, e um dos carros alegóricos soltava papel laminado colorindo o local.
Pérola Negra: A passista era totalmente ligada nos 220v, era sensacional! A bateria tinha toques de funk (vide Viradouro 1998), e um dos carros deu problemas e saiu em último. Para a alegria da mulherada, pois mostrava homens um tanto quanto vistosos. Pena, porque a escola estava legalzinha.
Vai-Vai: Eu tinha certo preconceito em relação a Vai-Vai, porque ela ganhava todas e disputava sempre palmo a palmo com a Gaviões da Fiel. Eles são bons de marketing, até porque teve patrocínio. Me lembrou Mangueira-1998, por causa da distribuição maciça de bandeiras e leques. Me lembrou Mangueira-1998 porque a platéia cantava junto empolgada. Me lembrou Mangueira-1998 porque como na Mangueira-1998 tinha um gringo cantando "Oh ya ya...", apareceu um argentino cantando "eu sou beschiga". Quando o puxador começou com o tradicional "Alô Bexiga...", todo mundo sacudiu suas bandeirinhas. Monique Evans, Beth Carvalho, Jorge Aragão desfilavam em carros alegóricos. Scheila Carvalho desfilava exuberância em frente à bateria. O carro abre-alas tinha um mega-telão com imagens da escola, da saracura (seu símbolo) e do enredo. Levantou todo mundo.
Unidos do Peruche: Um dos carnavalescos só pode ter sido o Cebolinha, porque ele tinha um "plano infalível" para ser o "dono da passalela". Com o enredo de Maurício de Souza, ela não animou tanto o público (desfilar depois da Vai-Vai é dose), mas todo mundo aplaudiu Maurício de Souza que apareceu no último carro. Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, o louco, Franjinha e Chico Bento desfilaram na ala com as crianças. De famosos, tinha a Mamma Bruschetta.
Mancha Verde: Meu coração corinthiano ficou tentando controlar o corpo. A Mancha usou de uma tática na arquibancada conhecida como "tática-Barrabás", onde os manchas infiltrados começavam a animar a galera, distribuindo bexigas (ei, mas no Bixiga não é outra escola?) e panfletos com a letra da música. Alguns torcedores faziam um show semi-pirotécnico com cigarros, fazendo um belo espetáculo do povão. O samba empolgou sim, tenho que admitir. Até o argentino "eu sou beschiga" cantou junto. Os carros alegóricos estavam bonitos, cheios de efeitos especiais, e com até fogos, "neve" e papel laminado, que inclusive foi usado em muitas escolas. O último carro tinha até telão.
Ah, as outras, não vi.
DESTAQUES DO ANHEMBI
A ala dos garis, desfilando sempre ao final de cada desfile, depois do carro da ambulância. Tinham duas moças, uma a porta-vassoura, e a outra a rainha do carrinho de lixo. Em cada desfile, elas apareciam com a cor correspondente da escola. P.ex: Vai-Vai, elas estavam de preto e branco. Mancha Verde, de verde e branco, e por aí vai.
Tom Maior: A escola foi bem no quesito ala das baianas, porque elas estavam todas lindas de prata, e quando rodavam, aquilo brilhava. No carro alegórico da ABC, tivemos a presença de vossa excelência Frank Aguiar, o cãozinho da Assembléia dos Deputados. Au!
Império da Casa Verde: A Império chegou toda suntuosa com seus tigres enormes e aquele carro abre-alas que soltava fogos e serpentina. Sheila Mello dançava e animava a bateria, junto com a moça da comunidade da Casa Verde. O samba era legal, mas segundo uma carioca que lá estava não empolgou porque tem que ser um refrão fácil, extremamente fácil pra você e eu e todo mundo cantar junto...
Acadêmicos do Tucuruvi: ... como o refrão deste samba. Luiza Mell sambava arreganhadamente e a comissão de frente dava o show com a menina que parecia uma borracha. A bateria animava com suas coreografias, e a cena de um folião tantã com o celular quase atrapalhando a harmonia e a evolução da escola.
Unidos de Vila Maria: Esta empolgou o público, menos eu. Visualmente não foi legal, mas audiomente, sim. Um cidadão comentou que "essa leva" olhando as alegorias. O samba era legal, pelo menos, e um dos carros alegóricos soltava papel laminado colorindo o local.
Pérola Negra: A passista era totalmente ligada nos 220v, era sensacional! A bateria tinha toques de funk (vide Viradouro 1998), e um dos carros deu problemas e saiu em último. Para a alegria da mulherada, pois mostrava homens um tanto quanto vistosos. Pena, porque a escola estava legalzinha.
Vai-Vai: Eu tinha certo preconceito em relação a Vai-Vai, porque ela ganhava todas e disputava sempre palmo a palmo com a Gaviões da Fiel. Eles são bons de marketing, até porque teve patrocínio. Me lembrou Mangueira-1998, por causa da distribuição maciça de bandeiras e leques. Me lembrou Mangueira-1998 porque a platéia cantava junto empolgada. Me lembrou Mangueira-1998 porque como na Mangueira-1998 tinha um gringo cantando "Oh ya ya...", apareceu um argentino cantando "eu sou beschiga". Quando o puxador começou com o tradicional "Alô Bexiga...", todo mundo sacudiu suas bandeirinhas. Monique Evans, Beth Carvalho, Jorge Aragão desfilavam em carros alegóricos. Scheila Carvalho desfilava exuberância em frente à bateria. O carro abre-alas tinha um mega-telão com imagens da escola, da saracura (seu símbolo) e do enredo. Levantou todo mundo.
Unidos do Peruche: Um dos carnavalescos só pode ter sido o Cebolinha, porque ele tinha um "plano infalível" para ser o "dono da passalela". Com o enredo de Maurício de Souza, ela não animou tanto o público (desfilar depois da Vai-Vai é dose), mas todo mundo aplaudiu Maurício de Souza que apareceu no último carro. Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, o louco, Franjinha e Chico Bento desfilaram na ala com as crianças. De famosos, tinha a Mamma Bruschetta.
Mancha Verde: Meu coração corinthiano ficou tentando controlar o corpo. A Mancha usou de uma tática na arquibancada conhecida como "tática-Barrabás", onde os manchas infiltrados começavam a animar a galera, distribuindo bexigas (ei, mas no Bixiga não é outra escola?) e panfletos com a letra da música. Alguns torcedores faziam um show semi-pirotécnico com cigarros, fazendo um belo espetáculo do povão. O samba empolgou sim, tenho que admitir. Até o argentino "eu sou beschiga" cantou junto. Os carros alegóricos estavam bonitos, cheios de efeitos especiais, e com até fogos, "neve" e papel laminado, que inclusive foi usado em muitas escolas. O último carro tinha até telão.
Ah, as outras, não vi.
DESTAQUES DO ANHEMBI
A ala dos garis, desfilando sempre ao final de cada desfile, depois do carro da ambulância. Tinham duas moças, uma a porta-vassoura, e a outra a rainha do carrinho de lixo. Em cada desfile, elas apareciam com a cor correspondente da escola. P.ex: Vai-Vai, elas estavam de preto e branco. Mancha Verde, de verde e branco, e por aí vai.
sábado, 10 de fevereiro de 2007
TÃO PONDO FOGO NO PLANETA!
Gente, tá todo mundo falando de aquecimento global que eu também quero falar! Sinais do aquecimento:
1. Mais chuvas. Exemplos, aquela que eu peguei de Valadão, outra que eu peguei na USP com a Denise e a Letícia, e o sensacional "Alagados Trenchtown" do Valtinho e do Victão.
2. Estou ficando amiga do ar-condicionado. E eu preciso tomar cuidado, pois é uma amizade perigosa.
3. No domingo, estreou um novo "baterista" na banda: o ventilador, que tinha sido colocado no lugar da bateria. Depois, colocamos para o nosso lado, nos espremendo, mas não passando calor.
4. Na terça, tive que usar uma importante ferramenta do Valadão: o vento. O detalhe é que eu sempre uso de tarde, e desta vez usei-o às dez horas da noite.
5. Com o aquecimento global, o diametro das pizzas formadas debaixo do braço de camisas de tergal aumenta 1mm por ano.
6. E também o nível dos oceanos está aumentando, aliado a um fator importante. Em praias que não tem banheiro, banhistas fazem xixi no mar.
7. E foi se o tempo de que "Que calor, hein?" era apenas uma desculpa para puxar assunto com alguém.
Falando nisso...
ALAGADOS TRENCHTOWN 2
Na quinta, perto do serviço teve uma chuva tão braba que alagou a região e a água chegou bater a 1m lá. Os carros que por lá estavam uns ficaram alagados, outros ficaram boiando, outros deram PT. No meu horário normal de saída, a rua estava intransitável. Esperei a chuva passar e a água descer para ir embora. No prédio ao lado, a mulher com o rodo tirava a água do saguão. Aconteceu algo semelhante no serviço, pois o ralo verteu água. Todos os estabelecimentos fechados por causa da chuva. Quando saí, o pessoal do trampo falava: "Trouxe pé de pato?" "Sabe nadar?" "Vai de jet-ski?", mas já estava "seco". Eu tinha feito até uma calça capri com barra italiana com a minha calça, mas nem precisou.
Até o português que estava lá ficou espantado com a chuva. O fotógrafo que registrou as cenas da inundação estava saindo da rua com a calça molhada até o joelho. O mocinho abria a sua Peugeot 206 para ver se houve algum estrago com o motor.
Já na sexta, conversando com locais, aquela região não tem uma chuva deste nipe há 24 anos, ou seja, antes d'eu nascer.
1. Mais chuvas. Exemplos, aquela que eu peguei de Valadão, outra que eu peguei na USP com a Denise e a Letícia, e o sensacional "Alagados Trenchtown" do Valtinho e do Victão.
2. Estou ficando amiga do ar-condicionado. E eu preciso tomar cuidado, pois é uma amizade perigosa.
3. No domingo, estreou um novo "baterista" na banda: o ventilador, que tinha sido colocado no lugar da bateria. Depois, colocamos para o nosso lado, nos espremendo, mas não passando calor.
4. Na terça, tive que usar uma importante ferramenta do Valadão: o vento. O detalhe é que eu sempre uso de tarde, e desta vez usei-o às dez horas da noite.
5. Com o aquecimento global, o diametro das pizzas formadas debaixo do braço de camisas de tergal aumenta 1mm por ano.
6. E também o nível dos oceanos está aumentando, aliado a um fator importante. Em praias que não tem banheiro, banhistas fazem xixi no mar.
7. E foi se o tempo de que "Que calor, hein?" era apenas uma desculpa para puxar assunto com alguém.
Falando nisso...
ALAGADOS TRENCHTOWN 2
Na quinta, perto do serviço teve uma chuva tão braba que alagou a região e a água chegou bater a 1m lá. Os carros que por lá estavam uns ficaram alagados, outros ficaram boiando, outros deram PT. No meu horário normal de saída, a rua estava intransitável. Esperei a chuva passar e a água descer para ir embora. No prédio ao lado, a mulher com o rodo tirava a água do saguão. Aconteceu algo semelhante no serviço, pois o ralo verteu água. Todos os estabelecimentos fechados por causa da chuva. Quando saí, o pessoal do trampo falava: "Trouxe pé de pato?" "Sabe nadar?" "Vai de jet-ski?", mas já estava "seco". Eu tinha feito até uma calça capri com barra italiana com a minha calça, mas nem precisou.
Até o português que estava lá ficou espantado com a chuva. O fotógrafo que registrou as cenas da inundação estava saindo da rua com a calça molhada até o joelho. O mocinho abria a sua Peugeot 206 para ver se houve algum estrago com o motor.
Já na sexta, conversando com locais, aquela região não tem uma chuva deste nipe há 24 anos, ou seja, antes d'eu nascer.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
O PROFISSÃO EX-TEPE TEM A HONRA DE PARABENIZAR...
Bruno Belanga Granja,
Gabriela Kruger de Oliveira,
Henrique Akira Cuboyama,
Martha Campos Accurso,
Roberta Mattos da Veiga,
e os treineiros
Danilo Bacic Lima,
Lívia Regina Batista
por terem passado na Fuvest;
Felipe Valverde Pietri,
por ter passado na Unicamp; e
Milton Antônio Montenegro Júnior,
por ter passado na Unesp.
Tem muitos outros também!
EMBROMATION SOCIETY
"Gaporre piru mamá, gaperrê, gaperrê!
Gaporre piru mamá, gaperrê, gaperrê!
Gaporrepi éta FU!!!! Gaperrê, gaperrê!
Gaporre piru mamu, gaperrê, gaperrê" (Não me perguntem que música é essa, é black e deve ser do JayZ)
Gabriela Kruger de Oliveira,
Henrique Akira Cuboyama,
Martha Campos Accurso,
Roberta Mattos da Veiga,
e os treineiros
Danilo Bacic Lima,
Lívia Regina Batista
por terem passado na Fuvest;
Felipe Valverde Pietri,
por ter passado na Unicamp; e
Milton Antônio Montenegro Júnior,
por ter passado na Unesp.
Tem muitos outros também!
EMBROMATION SOCIETY
"Gaporre piru mamá, gaperrê, gaperrê!
Gaporre piru mamá, gaperrê, gaperrê!
Gaporrepi éta FU!!!! Gaperrê, gaperrê!
Gaporre piru mamu, gaperrê, gaperrê" (Não me perguntem que música é essa, é black e deve ser do JayZ)
domingo, 14 de janeiro de 2007
BOLLYWOOD AO SUCESSO!
Gente, o Bollywood ao sucesso vai ter que se tornar quadro fixo, porque através do Youtube (enquanto a Cica deixar), você encontra coisas mais interessantes do universo cinemusical indiano.
Nós encontramos Chiru, o Michael Jackson indiano. Se você se assustou há 23 anos com o "Thriller" original, gele de medo com o Goli mar, o thriller indiano. As coreografias são idênticas (se você quiser pular no Thriller original o lenga-lenga, vá direto aos 8min:20seg, que já tem toda a coreografia). Sensacional!
Nós encontramos Chiru, o Michael Jackson indiano. Se você se assustou há 23 anos com o "Thriller" original, gele de medo com o Goli mar, o thriller indiano. As coreografias são idênticas (se você quiser pular no Thriller original o lenga-lenga, vá direto aos 8min:20seg, que já tem toda a coreografia). Sensacional!
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
PROGRAMAÇÃO ou não 2007
Bem amigos do MaFê's Reality Show, não vou poder garantir uma programação programação, como nos outros anos, até porque estou devidamente ocupada. Mas teremos:
Plantão Baby, precisa me amar - Tânia, Jacky, Karina e Fernanda, as mamães do ano.
Complete a frase
Grandes frases da música popular brasileira
O fantástico choubisnes trash da Internet (Até que a Cica nos separe)
MaFê-máticas
e outras vinhetas mais. A mesma coisa se dá ao Ipod uma coisa dessas, que se for gravado, será gravado aos domingos à noite, na hora do Fantástico.
Para começar bem o ano, um MaFê-máticas
MAFÊ-MÁTICAS
Lost = Caverna do Dragão - Abismo do medo + Náufrago.
Plantão Baby, precisa me amar - Tânia, Jacky, Karina e Fernanda, as mamães do ano.
Complete a frase
Grandes frases da música popular brasileira
O fantástico choubisnes trash da Internet (Até que a Cica nos separe)
MaFê-máticas
e outras vinhetas mais. A mesma coisa se dá ao Ipod uma coisa dessas, que se for gravado, será gravado aos domingos à noite, na hora do Fantástico.
Para começar bem o ano, um MaFê-máticas
MAFÊ-MÁTICAS
Lost = Caverna do Dragão - Abismo do medo + Náufrago.
sábado, 6 de janeiro de 2007
RETROSPECTIVA 2006 em gotas
Se ficar parecida com a da Globo, não liga!
O ano de 2006 começou em Copacabana, passou por Florianópolis, Brasília, Santa Maria, Angra dos Reis e acabou chovendo em Ubatuba.
2006 foi o ano em que comprei minha câmera, usei minha câmera, ela quebrou e eu mandei consertá-la.
Passei 2006 sem emprego, mas quase nunca fiquei sem trabalho.
Perdi fotos, ganhei fotos, perdi equipamentos, ganhei equipamentos, furtaram minha carteira, levando tudo e deixando documentos e bilhete único, me ofereceram cartões, promessas, perobas.
Assistimos a campanha eleitoral engajados. Adiantou?
Passamos perrengues. Choveu na USP a ponto de alagar e eu tirar fotinho. Teve o PCC, cujo primeiro toque de recolher eu ainda estava no Sul e o Ahjaray em festa, mas depois eu que passei o perregue. Choveu na USP a ponto de alagar e os meninos quase não conseguirem chegar para tocar, e a ponto do Valtinho fazer filminho.
Ana Paula foi atacada por garotinhos que canivetaram seu braço, Prof. Mariana foi assaltada duas vezes, Kelly foi para Londres e quase teve atentado, Everton e Rafael quase foram assaltados em plena véspera de Natal.
Perdemos Paschoal e o menino Giancarlo (ou algo parecido) de apenas nove anos, perdemos Tia Meire, perdemos o pai da Calu, o pai do Augusto, o avô da Lívia.
Mas 2006 teve muita coisa boa. Foi o ano do Summer Beats, foi o ano do Pe. Cleidimar em missão no Ahjaray, foi o ano do Beracá em maio, foi o ano do Santa Music Fest, foi o ano do primeiro grande show do JP2 para 4mil pessoas, com participação do ministério de dança formado por Akira, Stella, Ellen e eu. Foi o ano em que fomos para Lavrinhas. Foi o ano em que comecei minha pós. Foi o ano do casamento da Jacky e Nivaldo, das bodas de Gilberto e Alice, o casamento do Nakama e Carina e de inúmeras festas. Foi o ano da Copa do Mundo, vista em diversas situações. E foi o primeiro ano no qual eu não assisto um jogo inteiro da seleção por um motivo muito especial (em Brasil x Gana, eu estava trabalhando).
Rimos, rimos muito, com a paródia da Gasolina, as dancinhas, a piada do paraguaio, a "caótica ótica", nossas coreografias criadas, as filmagens de Weep no more my baby (já disponível no Youtube, até quando a Cica querer tirar) e do Atirador 2, com a música "No almoço de domingo" direcionada para cada membro do Ahjaray, com "Roubaram a mulher do Ruy", com festas da pós, com I wanna love you tender, com Tunak Tunak tun, com "As árveres somos nozes". Com os esportes inusitados, sandboarding, tobogã de barro, malabarismo, mergulho livre.
Cantamos, cantamos junto com Dornelles, de Florianópolis, JP2, "para que viemos?" e etc.
E com certeza, coisas boas como esta não estariam em nenhuma retrospectiva da Globo.
O ano de 2006 começou em Copacabana, passou por Florianópolis, Brasília, Santa Maria, Angra dos Reis e acabou chovendo em Ubatuba.
2006 foi o ano em que comprei minha câmera, usei minha câmera, ela quebrou e eu mandei consertá-la.
Passei 2006 sem emprego, mas quase nunca fiquei sem trabalho.
Perdi fotos, ganhei fotos, perdi equipamentos, ganhei equipamentos, furtaram minha carteira, levando tudo e deixando documentos e bilhete único, me ofereceram cartões, promessas, perobas.
Assistimos a campanha eleitoral engajados. Adiantou?
Passamos perrengues. Choveu na USP a ponto de alagar e eu tirar fotinho. Teve o PCC, cujo primeiro toque de recolher eu ainda estava no Sul e o Ahjaray em festa, mas depois eu que passei o perregue. Choveu na USP a ponto de alagar e os meninos quase não conseguirem chegar para tocar, e a ponto do Valtinho fazer filminho.
Ana Paula foi atacada por garotinhos que canivetaram seu braço, Prof. Mariana foi assaltada duas vezes, Kelly foi para Londres e quase teve atentado, Everton e Rafael quase foram assaltados em plena véspera de Natal.
Perdemos Paschoal e o menino Giancarlo (ou algo parecido) de apenas nove anos, perdemos Tia Meire, perdemos o pai da Calu, o pai do Augusto, o avô da Lívia.
Mas 2006 teve muita coisa boa. Foi o ano do Summer Beats, foi o ano do Pe. Cleidimar em missão no Ahjaray, foi o ano do Beracá em maio, foi o ano do Santa Music Fest, foi o ano do primeiro grande show do JP2 para 4mil pessoas, com participação do ministério de dança formado por Akira, Stella, Ellen e eu. Foi o ano em que fomos para Lavrinhas. Foi o ano em que comecei minha pós. Foi o ano do casamento da Jacky e Nivaldo, das bodas de Gilberto e Alice, o casamento do Nakama e Carina e de inúmeras festas. Foi o ano da Copa do Mundo, vista em diversas situações. E foi o primeiro ano no qual eu não assisto um jogo inteiro da seleção por um motivo muito especial (em Brasil x Gana, eu estava trabalhando).
Rimos, rimos muito, com a paródia da Gasolina, as dancinhas, a piada do paraguaio, a "caótica ótica", nossas coreografias criadas, as filmagens de Weep no more my baby (já disponível no Youtube, até quando a Cica querer tirar) e do Atirador 2, com a música "No almoço de domingo" direcionada para cada membro do Ahjaray, com "Roubaram a mulher do Ruy", com festas da pós, com I wanna love you tender, com Tunak Tunak tun, com "As árveres somos nozes". Com os esportes inusitados, sandboarding, tobogã de barro, malabarismo, mergulho livre.
Cantamos, cantamos junto com Dornelles, de Florianópolis, JP2, "para que viemos?" e etc.
E com certeza, coisas boas como esta não estariam em nenhuma retrospectiva da Globo.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
NATAL METAL e MÚSICA DO ANO
Resultado do Natal Metal:
1. Eu e Mariana representamos o metal da banda. Mari, já sem aparelho fixo na parte de cima. Leandro já está livre dos metais faz tempo.
2. Waneska representou o metal do Ahjaray. Seu namorado, Felipe, já se livrou do fixo faz tempo.
3. Depois fui almoçar na minha tia e descobri que minha prima, antiga usuária do bom e velho metal pelos idos de 2001 e 2002, voltou a usá-lo.
4. Danilo e Leandro juntos na banda na mesma missa! É, como Leandro tocou teclado, Danilo passou para o vocal, fazendo os backings.
5. Fizemos uma entrada (pão de queijo, como dizem o Kenji e o Miltinho) com um villancico, ou seja, uma cantiga natalina espanhola.
6. E fizemos como no ano passado aquele esquema de coral, desta vez com a música "Adeste fideles" (ou "Levi Fidelix"), em latim mesmo! Desta vez, o Kenji fez o baixo e o Yuji foi pro nipe dos tenores com o Danilo. O nipe das sopranos, com a Bárbara, foi reforçado com a Mariana, e eu permaneci no nipe das contraltos.
7. E o Victor depois ainda tocou gaita. Ou seja, foi tudo diferente, mas foi muito bonito por sinal. Afinal de contas, é Natal!
Veja aqui uma foto do Natal "Metal".
***********************
E como a partir de amanhã teremos o tradicional recesso (só quebrado em 2004), já disponibilizarei a música que representou 2006. Como 2006 foi o ano em que todo mundo dançou, seja no sentido figurado com a "dança da pizza", seja no sentido real com a "dança dos famosos", a "dança no gelo", a "dança da bola" e outras coreografias do Ahjaray, com danças em casamentos, festas de quinze anos, festas normais com danças anormais, filmes como "Happy feet" e "Ela dança, eu danço" e o fenômeno "I wanna love you tender", nada mais apropriado de escolher esta música como música do ano.
SE ELA DANÇA, EU DANÇO (Mc Leozinho)
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Pra fazer diferente
Botar chapa quente pra gente dançar
Me diz quem é a menina que dança e fascina
Que alucina querendo beijar
Se ela dança eu danço
Balancei no balanço nesse doce encanto que me faz cantar
Que é quando eu te vejo
Desperta o desejo
Eu lembro do seu beijo e não paro de sonhar
Ela só pensa em beijar, beijar , beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Vem viver esse sonho
Eu te proponho, até suponho
Vai se apaixonar
Por essa alegria que contagia
A melodia que te faz dançar
Eu viajei no teu corpo
Descobri o teu gosto
Deslizei no teu rosto só pra te beijar
Me de uma chance
Quem sabe esse lance
Vai virar um romance e a gente vai namorar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Pra fazer diferente
Botar chapa quente pra gente dançar
Me diz quem é a menina que dança e fascina
Que alucina querendo beijar
Se ela dança eu danço
Balancei no balanço nesse doce encanto que me faz cantar
Que é quando eu te vejo
Desperta o desejo
Eu lembro do seu beijo e não paro de sonhar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Ela só pensa em beijar, beijar , beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Se ela dança eu danço (ad infinitum)
O MaFê's Reality Show (blog Profissão Estepe, foto.com.texto tour e podcast Ipod Uma Coisa Dessas) desejam para todos vocês um feliz 2007!
1. Eu e Mariana representamos o metal da banda. Mari, já sem aparelho fixo na parte de cima. Leandro já está livre dos metais faz tempo.
2. Waneska representou o metal do Ahjaray. Seu namorado, Felipe, já se livrou do fixo faz tempo.
3. Depois fui almoçar na minha tia e descobri que minha prima, antiga usuária do bom e velho metal pelos idos de 2001 e 2002, voltou a usá-lo.
4. Danilo e Leandro juntos na banda na mesma missa! É, como Leandro tocou teclado, Danilo passou para o vocal, fazendo os backings.
5. Fizemos uma entrada (pão de queijo, como dizem o Kenji e o Miltinho) com um villancico, ou seja, uma cantiga natalina espanhola.
6. E fizemos como no ano passado aquele esquema de coral, desta vez com a música "Adeste fideles" (ou "Levi Fidelix"), em latim mesmo! Desta vez, o Kenji fez o baixo e o Yuji foi pro nipe dos tenores com o Danilo. O nipe das sopranos, com a Bárbara, foi reforçado com a Mariana, e eu permaneci no nipe das contraltos.
7. E o Victor depois ainda tocou gaita. Ou seja, foi tudo diferente, mas foi muito bonito por sinal. Afinal de contas, é Natal!
Veja aqui uma foto do Natal "Metal".
***********************
E como a partir de amanhã teremos o tradicional recesso (só quebrado em 2004), já disponibilizarei a música que representou 2006. Como 2006 foi o ano em que todo mundo dançou, seja no sentido figurado com a "dança da pizza", seja no sentido real com a "dança dos famosos", a "dança no gelo", a "dança da bola" e outras coreografias do Ahjaray, com danças em casamentos, festas de quinze anos, festas normais com danças anormais, filmes como "Happy feet" e "Ela dança, eu danço" e o fenômeno "I wanna love you tender", nada mais apropriado de escolher esta música como música do ano.
SE ELA DANÇA, EU DANÇO (Mc Leozinho)
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Pra fazer diferente
Botar chapa quente pra gente dançar
Me diz quem é a menina que dança e fascina
Que alucina querendo beijar
Se ela dança eu danço
Balancei no balanço nesse doce encanto que me faz cantar
Que é quando eu te vejo
Desperta o desejo
Eu lembro do seu beijo e não paro de sonhar
Ela só pensa em beijar, beijar , beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Vem viver esse sonho
Eu te proponho, até suponho
Vai se apaixonar
Por essa alegria que contagia
A melodia que te faz dançar
Eu viajei no teu corpo
Descobri o teu gosto
Deslizei no teu rosto só pra te beijar
Me de uma chance
Quem sabe esse lance
Vai virar um romance e a gente vai namorar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço
Se ela dança eu danço, falei com o didgêi
Pra fazer diferente
Botar chapa quente pra gente dançar
Me diz quem é a menina que dança e fascina
Que alucina querendo beijar
Se ela dança eu danço
Balancei no balanço nesse doce encanto que me faz cantar
Que é quando eu te vejo
Desperta o desejo
Eu lembro do seu beijo e não paro de sonhar
Ela só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Ela só pensa em beijar, beijar , beijar, beijar
E vem comigo dançar, dançar, dançar, dançar
Se ela dança eu danço (ad infinitum)
O MaFê's Reality Show (blog Profissão Estepe, foto.com.texto tour e podcast Ipod Uma Coisa Dessas) desejam para todos vocês um feliz 2007!
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sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
CONTO DE NATAL - O CÓDIGO DOS VINTE
Baseado em "Onze homens e um segredo" e no conto de Natal do Valtinho
O código dos vinte
Depois de ter perdido a mulher, a filha e a irmã em um desabamento, Manoel resolve largar o interior da Bahia e partir para a cidade grande. Chegando na rodoviária do Tietê, fica abismado. Era Páscoa e todas as propagandas falavam sobre isso. Começa a puxar assunto com um outro homem que por lá passava.
- É, você vê, tudo gira pelo dinheiro. Todas estas datas foram inventadas para se gastar.
O outro homem em questão é Justino, que no dia seguinte partiria para o Mato Grosso para um acampamento dos sem-terra.
- Verdade, o imperialismo yankee criou dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, Natal, tudo para ganharem dinheiro acima dos trouxas. Precisamos fazer algo.
E Manoel e Justino começam a trocar uma idéia em comum. Desmoralizar as festas de final de ano, pois acreditavam ser o pico do consumismo. A discussão se tornou tão calorosa que juntou curiosos e interessados naquela gritaria. Manoel se zanga.
- Ei, o que vocês estão olhando? Acharam graça? Daqui a pouco, voltarão para suas casas, viverão suas vidinhas medíocres e falarão que um louco quer fazer a revolução. Não precisamos de vocês! Xô!
Todos saíram, só restando dezesseis incautos.
- Podemos nos ajuntar? ? pergunta Dario Noblinsky, agricultor paranaense.
- Vocês querem nos ajudar a desmoralizar o Natal dos banqueiros e filhinhos de papai? ? perguntou Justino.
Eles aceitaram e foram se reunir no shopping da estação. Roney & Ronaldo, irmãos gêmeos que desde os 11 anos formaram uma dupla sertaneja fracassada em Goiás, estavam por lá.
- A idéia é a seguinte ? explicou Manoel ? vamos pegar um albergue sustentado pelos banqueiros e fraudar os documentos, principalmente as faturas.
- E como faremos isso? ? perguntou Edson Matsuda, um empresário falido de Mogi das Cruzes.
- Simples: vamos invadir durante a noite de Natal, enquanto todos estiverem ocupados com seu consumismo yankee. Faremos isto pelos fundos.
Nisso a dupla se aproxima e Roney diz:
- E conheço um abrigo mantido pelo prefeito da cidade com o dinheiro público. Mas na porta fala que é dessas ONGs.
Eles se entreolham e Manoel diz:
- Sejam bem-vindos à nossa ?sociedade secreta?. Seremos ?O Código dos Vinte?.
O Código dos Vinte era composto por Manoel, Justino, Dario, Edson, Roney & Ronaldo, Jorge Maicon, o mais novo da gangue e o mais revoltado, principalmente por causa do nome; Tenório, imigrante equatoriano; Venâncio, ex-líder comunitário descendente de quilombola do Alagoas e expulso por mau comportamento; Ahmed Jafari, ex-comerciante do Bom Retiro, que decidiu largar o negócio por causa do Natal, Cirilo, carpinteiro recém-casado com Dorinha; Josué, ex-jogador de futebol afastado por terem descoberto um gato; Fabrício, analista de sistemas ateu; Waguinho, bicheiro procurado por traficantes no Rio e atendendo pelo nome de Juarez; Ednardo, ex-pastor evangélico; Antônio José, o Tozé, que tinha acabado de ser demitido da lanchonete da rodoviária; Almeida, caminhoneiro; Luciano, pescador santista que perdeu seu barco na última tempestade e subiu a serra para tentar algo; Marcos, bancário portador de alopecia; e Kawã, filho de hippies que largou a sua ?comunidade? em busca do ?seu eu?. Vinte histórias diferentes que se juntam para o mesmo motivo. Unidos, criaram regras e normas. Reuniriam-se uma vez por mês até dezembro, e logo após toda semana até o dia 23 quando colocariam o plano em ação. Seu cumprimento seria o ?Badauê!?, e todos andariam com um corte na sobrancelha direita, como Manoel, que tem essa falha desde os nove anos, quando caiu de bicicleta. Marcos, por sua vez, usaria caneta hidrográfica no lugar.
Como todas as reuniões foram longas, não daria para descrever tudo aqui. Então vou utilizar um recurso comum em últimos capítulos de novelas da Globo.
Alguns meses se passaram e chegamos em dezembro. Muita mudança teve. Cirilo descobriu que vai ser pai este mês. Tozé arranjou e perdeu outro emprego.
O plano estava armado. O Código dos Vinte chegará na manhã do dia 24 em seu QG e seguirão andando para a instituição, devidamente escondidos por lençóis. Manoel estaria a cavalo e Justino, a jegue. Os dois invadiriam pelos fundos e colocariam notas frias elaboradas por Fabrício e Josué. Roney & Ronaldo tocariam para distrair as assistentes sociais. Ahmed trouxe consigo três potes de sua antiga loja contendo o plano B, que seria invasão por frente mesmo. Jorge Maicon levou um sinalizador caso acontecesse algo com o grupo. O restante ficaria à espera, caso acontecesse algo com os outros.
Na véspera da ação, Cirilo chegou desesperado para Manoel:
- Manoel, minha mulher vai ter nenê esta semana. Ela está indignada que eu vou ter que abandoná-la para esta ação.
Justino olhou feio, mas Manoel se lembrou que não esteve presente no parto de sua filha, e do sofrimento daquele dia do soterramento. Amoleceu o coração e disse:
- Tudo bem, pode levar a Dorinha.
No dia seguinte, de tarde, todos saem à ação. Manoel e Justino foram à frente. Luciano trouxe sua rede, a última lembrança daquela tempestade que acabou com seus sonhos. Venâncio e Dario carregam os potes do Ahmed. Waguinho, ou melhor, Juarez, leva consigo um lençol branco e preto manchado, com o emblema do Botafogo. Dorinha leva o lençol azul dado por sua mãe de presente de casamento. Cirilo, por causa de um princípio de trombose, tem que andar descalço e mancando com um cajado improvisado. Roney & Ronaldo levam juntos lençóis brancos. E todos seguem rumo a seu plano.
Enquanto isso, na instituição, Ana Cláudia recebe um telefonema:
- Instituto Luz, boa tarde?.... Sei.... entendo..... E não tem como vir alguém extra?.... Sei ..... Tudo bem, eu vou ver o que eu posso fazer ...... Boa tarde. Patrícia, nós temos problemas!
- Que houve?
- O grupo de teatro que ia fazer o auto de Natal está preso no aeroporto de Congonhas, e o vôo deles tem previsão de chegada às 23:00 em São José do Rio Preto. Com mais três horas de estrada, as crianças já estarão dormindo. O que vamos fazer?
Patrícia virou e teve uma idéia:
- Tem uma fazenda aqui do lado que tem uma capelinha onde sempre fazem encenação antes da Missa do Galo. Podemos levar as crianças para lá.
- Mas não é muito longe? Pode haver bandidos por lá.
- Não, fique tranqüila, que o caminho é iluminado.
Enquanto elas decidiram, Dorinha, no caminho para o abrigo, que passava por esta fazenda começa a sentir as dores do parto. Cirilo se desespera.
- Gente, vamos parar por aqui. Minha mulher vai ter nenê!
- Não tem nenhum médico por aqui? ? pergunta Tozé.
- Cara, você é louco? Vão achar e vão prender a gente! ? grita Jorge Maicon.
- Bem, o parto tem que ser feito por nós mesmo, o que acha, Cirilo? ? pergunta Edson.
- Na minha mulher, só eu mexo! ? e tira o lençol que o cobria para começar a fazer o parto.
- E o que nos facemos? ? pergunta Tenório
- Sei lá, disfarça. Roney, Ronaldo, tocam uma música.
E eles começam:
?Nana nenê que a cuca vem pegar
Papai foi à roça, mamãe foi passear...?
- Bela música para se tocar aqui. ? ironizou Almeida. ? E se eles nos descobrem?
A criança nasce, é uma menina! Nisso já estava anoitecendo. Kawã pega o sinalizador e lança para avisar o Manoel e Justino, que estavam quase chegando e colocando o plano em prática. Por causa do aviso, tiveram que voltar correndo.
Ana Cláudia e Patrícia estão saindo com as crianças e vêem o sinalizador.
- É a estrela guia! ? exclama uma das crianças.
- Deve ter acontecido algo. Vamos até lá. É caminho para a capelinha ? diz Patrícia, que vê um cavalo e um jegue em direção ao sinalizador.
E no local, Luciano ajeita um matinho e coloca em cima sua rede de pesca para colocar a criança. Ednardo pergunta:
- Não tem outra música não para cantarem? A criança está chorando, vão ouvir a gente!
E Roney & Ronaldo se entreolham e lembram da única música que sabiam de cor dos tempos que cantavam em procissões em Goiás.
?Ó Deus salve o oratório
Ó Deus salve o oratório
Onde Deus fez a morada,
Oi, ai, meu Deus
Onde Deus fez a morada, oi, ai...?
Nisso, Manoel e Justino chegam, e logo após Ana Cláudia, Patrícia e as crianças do abrigo, que olham a cena abismadas:
- Gente, é o presépio!
Exatamente, uma espécie de presépio montado ?ao acaso? por pessoas que estavam dispostas a acabar com o Natal das crianças, mas que ao contrário, ajudaram a construir o Natal delas. Uma das crianças aponta para Dorinha, Cirilo e o nenê e exclamam:
- Olha, é Maria, José e o Menino Jesus!
- Olha, são os três reis magos ? outra aponta para Dario, Ahmed e Venâncio.
- Veja, quantos pastores! E os anjinhos cantam ? apontando para Roney & Ronaldo.
- Tem cavalinho, tem burrinho, tem vaquinha ? apontando para Waguinho/Juarez, tão escondido no seu lençol que nem poderia ser enxergado seu rosto.
O Código dos Vinte se entreolha e vê que sem querer querendo, e muito pelo contrário, eles, que queriam estragar a festa por causa do prefeito da cidade, percebem o brilho no olhar daquelas crianças ao verem aquilo se transformar em um presépio e até acabaram por entender todo aquele significado. Ana Cláudia pergunta para Dorinha:
- Vocês são de algum grupo de teatro?
Dorinha fica corada e nem sabe o que responder, pois qualquer palavra colocaria a reputação daquele grupo por água abaixo. Manoel responde por ela:
- Não, não somos. A gente tinha até agora uma outra idéia de Natal, vendo todo aquele consumismo yankee, de pessoas que nem sabem mesmo o que é de verdade o Natal, como vimos hoje.
- Pois bem. Não querem passar o Natal com a gente? ? pergunta Patrícia.
Os outros vinte concordaram. Entenderam que o Natal não é aquele consumismo yankee, que o consumismo foi exacerbado pelo sistema capitalista selvagem para ofuscar o verdadeiro sentido do Natal. E termina o código dos vinte e Dorinha, depois disso, dá o nome ao nenê de Natália.
Depois de ter perdido a mulher, a filha e a irmã em um desabamento, Manoel resolve largar o interior da Bahia e partir para a cidade grande. Chegando na rodoviária do Tietê, fica abismado. Era Páscoa e todas as propagandas falavam sobre isso. Começa a puxar assunto com um outro homem que por lá passava.
- É, você vê, tudo gira pelo dinheiro. Todas estas datas foram inventadas para se gastar.
O outro homem em questão é Justino, que no dia seguinte partiria para o Mato Grosso para um acampamento dos sem-terra.
- Verdade, o imperialismo yankee criou dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, Natal, tudo para ganharem dinheiro acima dos trouxas. Precisamos fazer algo.
E Manoel e Justino começam a trocar uma idéia em comum. Desmoralizar as festas de final de ano, pois acreditavam ser o pico do consumismo. A discussão se tornou tão calorosa que juntou curiosos e interessados naquela gritaria. Manoel se zanga.
- Ei, o que vocês estão olhando? Acharam graça? Daqui a pouco, voltarão para suas casas, viverão suas vidinhas medíocres e falarão que um louco quer fazer a revolução. Não precisamos de vocês! Xô!
Todos saíram, só restando dezesseis incautos.
- Podemos nos ajuntar? ? pergunta Dario Noblinsky, agricultor paranaense.
- Vocês querem nos ajudar a desmoralizar o Natal dos banqueiros e filhinhos de papai? ? perguntou Justino.
Eles aceitaram e foram se reunir no shopping da estação. Roney & Ronaldo, irmãos gêmeos que desde os 11 anos formaram uma dupla sertaneja fracassada em Goiás, estavam por lá.
- A idéia é a seguinte ? explicou Manoel ? vamos pegar um albergue sustentado pelos banqueiros e fraudar os documentos, principalmente as faturas.
- E como faremos isso? ? perguntou Edson Matsuda, um empresário falido de Mogi das Cruzes.
- Simples: vamos invadir durante a noite de Natal, enquanto todos estiverem ocupados com seu consumismo yankee. Faremos isto pelos fundos.
Nisso a dupla se aproxima e Roney diz:
- E conheço um abrigo mantido pelo prefeito da cidade com o dinheiro público. Mas na porta fala que é dessas ONGs.
Eles se entreolham e Manoel diz:
- Sejam bem-vindos à nossa ?sociedade secreta?. Seremos ?O Código dos Vinte?.
O Código dos Vinte era composto por Manoel, Justino, Dario, Edson, Roney & Ronaldo, Jorge Maicon, o mais novo da gangue e o mais revoltado, principalmente por causa do nome; Tenório, imigrante equatoriano; Venâncio, ex-líder comunitário descendente de quilombola do Alagoas e expulso por mau comportamento; Ahmed Jafari, ex-comerciante do Bom Retiro, que decidiu largar o negócio por causa do Natal, Cirilo, carpinteiro recém-casado com Dorinha; Josué, ex-jogador de futebol afastado por terem descoberto um gato; Fabrício, analista de sistemas ateu; Waguinho, bicheiro procurado por traficantes no Rio e atendendo pelo nome de Juarez; Ednardo, ex-pastor evangélico; Antônio José, o Tozé, que tinha acabado de ser demitido da lanchonete da rodoviária; Almeida, caminhoneiro; Luciano, pescador santista que perdeu seu barco na última tempestade e subiu a serra para tentar algo; Marcos, bancário portador de alopecia; e Kawã, filho de hippies que largou a sua ?comunidade? em busca do ?seu eu?. Vinte histórias diferentes que se juntam para o mesmo motivo. Unidos, criaram regras e normas. Reuniriam-se uma vez por mês até dezembro, e logo após toda semana até o dia 23 quando colocariam o plano em ação. Seu cumprimento seria o ?Badauê!?, e todos andariam com um corte na sobrancelha direita, como Manoel, que tem essa falha desde os nove anos, quando caiu de bicicleta. Marcos, por sua vez, usaria caneta hidrográfica no lugar.
Como todas as reuniões foram longas, não daria para descrever tudo aqui. Então vou utilizar um recurso comum em últimos capítulos de novelas da Globo.
Alguns meses se passaram e chegamos em dezembro. Muita mudança teve. Cirilo descobriu que vai ser pai este mês. Tozé arranjou e perdeu outro emprego.
O plano estava armado. O Código dos Vinte chegará na manhã do dia 24 em seu QG e seguirão andando para a instituição, devidamente escondidos por lençóis. Manoel estaria a cavalo e Justino, a jegue. Os dois invadiriam pelos fundos e colocariam notas frias elaboradas por Fabrício e Josué. Roney & Ronaldo tocariam para distrair as assistentes sociais. Ahmed trouxe consigo três potes de sua antiga loja contendo o plano B, que seria invasão por frente mesmo. Jorge Maicon levou um sinalizador caso acontecesse algo com o grupo. O restante ficaria à espera, caso acontecesse algo com os outros.
Na véspera da ação, Cirilo chegou desesperado para Manoel:
- Manoel, minha mulher vai ter nenê esta semana. Ela está indignada que eu vou ter que abandoná-la para esta ação.
Justino olhou feio, mas Manoel se lembrou que não esteve presente no parto de sua filha, e do sofrimento daquele dia do soterramento. Amoleceu o coração e disse:
- Tudo bem, pode levar a Dorinha.
No dia seguinte, de tarde, todos saem à ação. Manoel e Justino foram à frente. Luciano trouxe sua rede, a última lembrança daquela tempestade que acabou com seus sonhos. Venâncio e Dario carregam os potes do Ahmed. Waguinho, ou melhor, Juarez, leva consigo um lençol branco e preto manchado, com o emblema do Botafogo. Dorinha leva o lençol azul dado por sua mãe de presente de casamento. Cirilo, por causa de um princípio de trombose, tem que andar descalço e mancando com um cajado improvisado. Roney & Ronaldo levam juntos lençóis brancos. E todos seguem rumo a seu plano.
Enquanto isso, na instituição, Ana Cláudia recebe um telefonema:
- Instituto Luz, boa tarde?.... Sei.... entendo..... E não tem como vir alguém extra?.... Sei ..... Tudo bem, eu vou ver o que eu posso fazer ...... Boa tarde. Patrícia, nós temos problemas!
- Que houve?
- O grupo de teatro que ia fazer o auto de Natal está preso no aeroporto de Congonhas, e o vôo deles tem previsão de chegada às 23:00 em São José do Rio Preto. Com mais três horas de estrada, as crianças já estarão dormindo. O que vamos fazer?
Patrícia virou e teve uma idéia:
- Tem uma fazenda aqui do lado que tem uma capelinha onde sempre fazem encenação antes da Missa do Galo. Podemos levar as crianças para lá.
- Mas não é muito longe? Pode haver bandidos por lá.
- Não, fique tranqüila, que o caminho é iluminado.
Enquanto elas decidiram, Dorinha, no caminho para o abrigo, que passava por esta fazenda começa a sentir as dores do parto. Cirilo se desespera.
- Gente, vamos parar por aqui. Minha mulher vai ter nenê!
- Não tem nenhum médico por aqui? ? pergunta Tozé.
- Cara, você é louco? Vão achar e vão prender a gente! ? grita Jorge Maicon.
- Bem, o parto tem que ser feito por nós mesmo, o que acha, Cirilo? ? pergunta Edson.
- Na minha mulher, só eu mexo! ? e tira o lençol que o cobria para começar a fazer o parto.
- E o que nos facemos? ? pergunta Tenório
- Sei lá, disfarça. Roney, Ronaldo, tocam uma música.
E eles começam:
?Nana nenê que a cuca vem pegar
Papai foi à roça, mamãe foi passear...?
- Bela música para se tocar aqui. ? ironizou Almeida. ? E se eles nos descobrem?
A criança nasce, é uma menina! Nisso já estava anoitecendo. Kawã pega o sinalizador e lança para avisar o Manoel e Justino, que estavam quase chegando e colocando o plano em prática. Por causa do aviso, tiveram que voltar correndo.
Ana Cláudia e Patrícia estão saindo com as crianças e vêem o sinalizador.
- É a estrela guia! ? exclama uma das crianças.
- Deve ter acontecido algo. Vamos até lá. É caminho para a capelinha ? diz Patrícia, que vê um cavalo e um jegue em direção ao sinalizador.
E no local, Luciano ajeita um matinho e coloca em cima sua rede de pesca para colocar a criança. Ednardo pergunta:
- Não tem outra música não para cantarem? A criança está chorando, vão ouvir a gente!
E Roney & Ronaldo se entreolham e lembram da única música que sabiam de cor dos tempos que cantavam em procissões em Goiás.
?Ó Deus salve o oratório
Ó Deus salve o oratório
Onde Deus fez a morada,
Oi, ai, meu Deus
Onde Deus fez a morada, oi, ai...?
Nisso, Manoel e Justino chegam, e logo após Ana Cláudia, Patrícia e as crianças do abrigo, que olham a cena abismadas:
- Gente, é o presépio!
Exatamente, uma espécie de presépio montado ?ao acaso? por pessoas que estavam dispostas a acabar com o Natal das crianças, mas que ao contrário, ajudaram a construir o Natal delas. Uma das crianças aponta para Dorinha, Cirilo e o nenê e exclamam:
- Olha, é Maria, José e o Menino Jesus!
- Olha, são os três reis magos ? outra aponta para Dario, Ahmed e Venâncio.
- Veja, quantos pastores! E os anjinhos cantam ? apontando para Roney & Ronaldo.
- Tem cavalinho, tem burrinho, tem vaquinha ? apontando para Waguinho/Juarez, tão escondido no seu lençol que nem poderia ser enxergado seu rosto.
O Código dos Vinte se entreolha e vê que sem querer querendo, e muito pelo contrário, eles, que queriam estragar a festa por causa do prefeito da cidade, percebem o brilho no olhar daquelas crianças ao verem aquilo se transformar em um presépio e até acabaram por entender todo aquele significado. Ana Cláudia pergunta para Dorinha:
- Vocês são de algum grupo de teatro?
Dorinha fica corada e nem sabe o que responder, pois qualquer palavra colocaria a reputação daquele grupo por água abaixo. Manoel responde por ela:
- Não, não somos. A gente tinha até agora uma outra idéia de Natal, vendo todo aquele consumismo yankee, de pessoas que nem sabem mesmo o que é de verdade o Natal, como vimos hoje.
- Pois bem. Não querem passar o Natal com a gente? ? pergunta Patrícia.
Os outros vinte concordaram. Entenderam que o Natal não é aquele consumismo yankee, que o consumismo foi exacerbado pelo sistema capitalista selvagem para ofuscar o verdadeiro sentido do Natal. E termina o código dos vinte e Dorinha, depois disso, dá o nome ao nenê de Natália.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
TROFÉU ESTEPE 2006
E aqui estão os premiados do ano:
Melhor cantor: Dornelles, o Jack Johnson do Santinho
Melhor cantora: Sheila Mello, com sua "Água"
Melhor Reality Show: Americanalha
Melhor programa: Rei Majestade
Personalidade masculina: Em segundo lugar, Carlos Adão. Em primeiro lugar, o astronauta de mármore Marcos Pontes, brasileiro que declaradamente foi pro espaço.
Personalidade feminina: Tidinha, de Americanalha
Melhor ator: Carmo della Vechia, o expressivo da novela
Melhor atriz: a down da novela das 8. Melhor e mais natural do que muito ator de 46 cromossomos.
Melhor melô: a melô do Collor "Não me deixe só" (Vanessa da Mata)
Melhor show: Em segundo lugar, o show do JP2 na quermesse da "paróquia do Danilo", para 4mil pessoas. E em primeiro lugar, Ah, Chico!
Música que marcou 2006: Aguarde no dia 25!
Melhor cantor: Dornelles, o Jack Johnson do Santinho
Melhor cantora: Sheila Mello, com sua "Água"
Melhor Reality Show: Americanalha
Melhor programa: Rei Majestade
Personalidade masculina: Em segundo lugar, Carlos Adão. Em primeiro lugar, o astronauta de mármore Marcos Pontes, brasileiro que declaradamente foi pro espaço.
Personalidade feminina: Tidinha, de Americanalha
Melhor ator: Carmo della Vechia, o expressivo da novela
Melhor atriz: a down da novela das 8. Melhor e mais natural do que muito ator de 46 cromossomos.
Melhor melô: a melô do Collor "Não me deixe só" (Vanessa da Mata)
Melhor show: Em segundo lugar, o show do JP2 na quermesse da "paróquia do Danilo", para 4mil pessoas. E em primeiro lugar, Ah, Chico!
Música que marcou 2006: Aguarde no dia 25!
RÁDIO ESTÉREO ESTEPE FM
Eu não poderia deixar de registrar minha queixa em relação ao aumento dos salários dos parlamentares. Você pode escutar aqui.
P.S.: Eu não sou cachorro não!
P.S.: Eu não sou cachorro não!
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
O BLOGUEIRO E O POETA ESPECIAL (em parceria com o Ipod uma coisa dessas)
Ah, verão!
Que saudades quando chega o verão!
É uma época cheia de astúcia,
Eu me lembro da Vera Lúcia,
A vizinha do oitavo andar.
Quando o Júnior ia brincar
com toda a molecada,
ela sempre vinha do nada
e ensinava a jogar basquete.
Ela tinha 1,87m
E os meninos, nem metro e meio.
Parecia hora do recreio!
Ah, verão!
Verão ensinou a brincar
Verão os deixou mais contentes
Se hoje eles são gente,
foi por causa da Verão.
Obrigado, Vera Lúcia, a Verão!
------------------------------
E você pode escutar aqui!
Que saudades quando chega o verão!
É uma época cheia de astúcia,
Eu me lembro da Vera Lúcia,
A vizinha do oitavo andar.
Quando o Júnior ia brincar
com toda a molecada,
ela sempre vinha do nada
e ensinava a jogar basquete.
Ela tinha 1,87m
E os meninos, nem metro e meio.
Parecia hora do recreio!
Ah, verão!
Verão ensinou a brincar
Verão os deixou mais contentes
Se hoje eles são gente,
foi por causa da Verão.
Obrigado, Vera Lúcia, a Verão!
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E você pode escutar aqui!
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
EU QUERIA OUVIR A MÚSICA... ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS DO PROFISSÃO EX-TEPE
Veja só as semelhanças e diferenças à 5 anos, direto do túnel do tempo!
Em 2001: MaFê estava começando a faculdade.
Em 2006: MaFê estava começando a pós.
Em 2001: Sílvio Santos lançava a Casa dos Artistas.
Em 2006: Sílvio Santos lança Rei Majestade.
Em 2001: Funk era passar cerol na mão.
Em 2006: Funk é um ode à Gramorosa, rainha do funk.
Em 2001: O que assustou foi o 11 de setembro.
Em 2006: O que assustou foi o 15 de maio.
Simples, seco, sem músicas, encerra nosso aniversário do blog Profissão Ex-tepe. Inacreditável durar 5 anos, mas dura!
O HOMEM QUE SABIA DJAVANÊS (em parceria com o Ipod uma coisa dessas)
Escute!
Em 2001: MaFê estava começando a faculdade.
Em 2006: MaFê estava começando a pós.
Em 2001: Sílvio Santos lançava a Casa dos Artistas.
Em 2006: Sílvio Santos lança Rei Majestade.
Em 2001: Funk era passar cerol na mão.
Em 2006: Funk é um ode à Gramorosa, rainha do funk.
Em 2001: O que assustou foi o 11 de setembro.
Em 2006: O que assustou foi o 15 de maio.
Simples, seco, sem músicas, encerra nosso aniversário do blog Profissão Ex-tepe. Inacreditável durar 5 anos, mas dura!
O HOMEM QUE SABIA DJAVANÊS (em parceria com o Ipod uma coisa dessas)
Escute!
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