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segunda-feira, 15 de julho de 2013

O NOSSO NOVO JEITO, DO MEU JEITO, DE NOVO

Semana de recesso. Volta com encontros e despedidas. Tia, me dá um autógrafo? Sinusite. Ensaios musicais. Gravações. O Brasil acordou. Gravação do hino. Videoclipe na Esplanada. Divulgação no Facebook e no youtube. 1000 compartilhamentos. Responsabilidade aumentando. Exigência aumentando. Novas cenas. Foco, concentração e disciplina. Correr atrás do prejuízo. Semana final. Últimos detalhes. Espaço reduzido. Cortes. Desapego. Passada no teatro. Uma sem voz, outra com dores na lombar, eu com bursite no quadril. Flashmob no Terraço Shopping. Everyone must stand... opa, agora não. Luz e som. Entravada. Wololo. Aprendendo a andar de salto. Pussycat Dolls. Pose da Xuxa. Gravação de making of. Velas. Artificiais, claro. Cadeiras e bancos. Chegar em casa meia-noite.
Sábado. Relaxamento, divulgação, nail art e arrumação do cabelo para evento duplo. Arruma a mochila dupla. E o iPad? Chega no teatro. Arruma um balde pra pia. Lanchinho bem organizado. Limão e nada? Tem que arrumar o projetor. Não vai dar tempo de passar geral. Não vai dar tempo de se maquiar. Passagem rápida. Passa som e luz. A vela não apaga. Quase caí da cadeira. Maquiagem. Faz a sobrancelha. O pessoal já vai entrar. Apaga as luzes. Deixa a do banheiro. Meninas se maquiando com a lanterna dos celulares. Arruma as cadeiras e as jaquetas. Segura sua mão na minha. Energização e concentração. Tem gente do musical na plateia. Apagam-se as luzes. Projetor. Entrando com o hino. Caras novas. Palmas. Subiu um tom. Diversidade. Boa noite, Cruzeiro! Espirro. Muito amor. Sensualizando. Risadas. Festa. Ex-laugiana na plateia. Duelo de percussão vocal. Sangue nos zoio. Risadas. Velas artificiais. Sensualizando com as cadeiras. Meu filho. Remember 1986. Minha voz engasgou. Aplausos. Mais um! Voltou!!! Bis. Sofá. Alex Kidd. Tosse. Fim. Aniversário do Jairo. Cumprimentos na recepção. Saída rápida, porque teve um casamento em Vicente Pires. Vodka ou água de coco?
Domingo. O cara do Glee morreu. Almoço. Ensaio de outro musical. 34 graus sendo que ontem estava 9. Secura. Chegada ao teatro. Tira o sapato. Cadê a jaqueta? Cadê o Filipe? Leseira. Reunião para acertar o que não acertou ontem. Dor de cabeça. Neusa. Do-in. Toalha molhada. Ida ao banheiro. Tenho que estar boa logo. Desespero. Recuperação. Maquiagem. Concentração. Eu sou o que sou e todas desfrutam disso. Dar o máximo. Frio na barriga. Entrada do vídeo. Tá vendo aquela lua? Entrada do hino. Palmas. Água entre cada música. Ovação. Torcida organizada Baccile. Risadas com a percussão. Sangue nozoio. Plateia ensandecida. Gelo seco na cara. Sensualizando. O poder dos quadris. Lorem ipsum. Aplausos. Mais um! Rápido! Bis. Risadas e mais risadas. Fim. Cumprimentar o povo do palco mesmo. Tirar fotos. Receber os parabéns de gente da Escócia e de Portugal. Vamos sair por aqui mesmo. Não, vamos na creperia tal. E assim no dia da queda da bastilha, 12 anos depois do "memorável" show do Beto Júnior, eu consegui me entregar no palco de uma maneira muito bacana, com liberdade, e fraternidade. E o show tem que continuar, sempre!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

QUERO SER ESTRELA LÁ NO RIO DE JANEIRO - a saga

Parte 1 - Brasília
Quero entender que poder que o palco tem de nos entorpecer e nos imergir. Nele, não existe nada que nos atrapalhe, nem brigas com chefe, nem doença na família, preocupações financeiras e trâmites burocráticos. Eu me sinto tão em casa no palco e o mais interessante, é uma experiência que eu posso até não lembrar de momentos físicos, mas de sensações.
E foi isto que aconteceu no dia 31 de maio. Geralmente as apresentações que acontecem em dias de semana tem o fator "ai, estou saindo do trabalho diretamente para minha vocação".
No dia anterior foi a montagem do palco e passagem de luz, som e vídeo, com direito a um toró em pleno mês de maio e esfihas no final. Por causa da chuva, as esfihas demoraram horas para aparecer, o que fez com que a gente comesse com mais entusiasmo.
Quinta-feira foi um dia aparentemente normal, com direito a um tai chi na hora do almoço para me concentrar melhor. Não fosse o apagão que teve no período da tarde, seria normal. Chegando no teatro, já com a luz reestabelecida, tropecei no degrau da porta de entrada do backstage quase derrubando os instrumentos, uma "tradição" meio "sem querer querendo" de tropeçar/cair que vem sendo mantida toscamente desde 1989 (com exceção dos shows da Guarda do Conde). Acertados os microfones, hora de fazer a maquiagem e lanchar um "coffee break" super caprichado com maçãs devidamente embaladas (teve gente que não comeu pensando que era bolo de tão embaladinhas que estavam), bolachinhas, patê de atum e alguns chocolates que foram bem guardados para depois do show. Aquecimento, concentração, relaxamento, e a tradicional prece do teatro (aquela!). Aguardando na coxia, nem percebi que os sinais tocaram. Ex-laugianas na plateia. Entramos. Palmas, emoção, casa cheia, apesar das concorrências de Ivan Lins e Fábio Júnior. Surpresas. Laugi7. Microfones na mão. Aplausos. "Já ganhou!" Intervalo. "Tesão de vaca". Mulheres no palco. Lindas! Homens no palco. Risadas. Emoção a flor da pele. "Quero ser estrela lá no Rio de Janeiro" com toda a convicção do mundo. Risadas e mais risadas. Fim. Bis. Cumprimentos na entrada e votos de boa sorte para o Rio de Janeiro. E na noite que marcou os dez anos da história do cavalo de Guaratinguetá, nada como celebrar a vida cantando e depois brindando o sucesso do show num lugarzinho aconchegante.
Parte 2 - Laugi in Rio
Eu nunca tinha cantado e pernoitado em um estado que não morasse ou tivesse morado (Novo Gama e Luziânia não contam porque voltei no mesmo dia). E ainda mais sendo no Rio de Janeiro, cidade que eu sou apaixonada. Parte do elenco viajou na sexta às 14h, quando marcava 30°C na capital federal, fazendo-se cumprir a primeira parte profecia já cantada pelo grupo.
Já eu e outra parte do grupo embarcamos sábado de manhã. O atraso nos fez ouvir nossos nominhos do homem do aeroporto. Chegamos no Rio de Janeiro (e ainda presenciamos Yamandú Costa tocando em plena sala de embarque), descansamos um pouquinho e fomos fazer o ensaio final em um estúdio nas Laranjeiras. Passados últimos ajustes, iríamos torcer para o primeiro prêmio, que era o concurso de arranjos vocais, no qual Paulo Santos, nosso diretor musical, estava concorrendo com Madalena, cumprindo-se a segunda parte da profecia já cantada pelo grupo. O arranjo foi executado por exímios cantores de grupos vocais do Rio de Janeiro, e foi um sucesso.
O domingo foi de expectativa e relaxamento. Passamos a manhã na praia de Copacabana. Como não amar? Alguns de nós entramos no mar e levamos altos caixotes (e aí eu digo que prefiro mil vezes que meu dia pré-apresentação seja gastando o corpo e poupando a mente do que poupando o corpo e gastando a mente na profissão-estepe). Outros preferiram apreciar a paisagem e se encher de energias com vista pro mar para fazer uma ótima apresentação à noite. À tarde, passamos o som, voltamos pro hotel, nos trocamos, maquiamos e fomos. Eram 5 grupos participantes, sendo que dois do Rio, um de São Paulo, um de Salvador e a gente de Brasília. Nos aquecemos, concentramos, fizemos um pouco de tai chi e esperamos sermos chamados. Cantamos e fomos muito aplaudidos, apesar de no começo o microfone da Giselle não ter saído som. Saímos e fomos para uma sala onde estava passando o telão com os outros grupos. No teatro do CCBB, havia gente ilustre no júri, como o consagrado cantor e compositor do grupo Boca Livre, o Zé Renato. Terminada a apresentação dos grupos, o Coral São Vicente a Capella se apresentou de forma emocionante, pois haviam perdido recentemente a preparadora vocal Malu Cooper. Na penúltima música, somos todos chamados para a plateia do teatro de onde sairiam os resultados. Dedos cruzados, satisfeitos de termos mostrado o nosso trabalho, ouvimos os prêmios. E aí foram falando, terceiro, segundo, e anunciaram o vencedor de arranjos vocais a capella: o nosso Paulo Santos! Aí foi só alegria, todos nós comemorando sua vitória, mas ainda tinha o resultado do concurso de grupos vocais. Anunciou o terceiro, anunciou o segundo. Ficamos todos de mãos dadas fazendo aquela corrente pra frente. Na hora que o apresentador falou "O primeiro lugar é de Brasília", a gente nem esperou ele terminar de falar. Foi muita emoção ganharmos aquele prêmio. E aí, fomos pra galera!!! Nos abraçamos, berramos, choramos, rimos, foi tudo ao mesmo tempo. Ligamos pro mundo inteiro, postamos no Facebook, twitter, mandamos mensagens para todos que torceram pra gente comemorarem junto. Participamos de um coquetel com os outros participantes e depois fomos comemorar em Ipanema, com direito a cantarmos "Pra longe do Paranoá" no calçadão da praia.
Atualização 17:10 - Saímos no Correio Braziliense, com direito a fotinho e tudo: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2012/06/04/interna_diversao_arte,305631/laugi7-conquista-premio-de-melhor-grupo-vocal-em-concurso-de-novos-talentos.shtml

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O NOSSO JEITO, DO MEU JEITO

2011 chegou. Temporada de ensaios começa. Duas idas a SP marcadas. Janeiro com as últimas músicas novas. Hiperatividade. Primeira ida a SP ok. Primeiro ensaio da "maratona". Cisto. Engole seco e vai. Fevereiro. Ensaios de domingo. Ensaios de segunda. Nem toda a segunda. Ufa. Programa o carnaval. Estou fazendo o projeto, não posso ir ao karaokê. Reuniões em restaurantes chineses. Março. Ensaios de cena. Hei-hai-ho. Segunda ida a SP ok, mas não prevista previamente. Mudança de foco. Quase mudança de gestão. Meu joelho não aguenta. Abril. Pedra na vesícula. Operar de emergência? Não. Ufa. Terceira ida a SP ok. Correr atrás do prejuízo. Cadeiras. Cortes. Gravações. "Baixe a bola." Páscoa regada a lasanha de micro-ondas. Ensaios de sexta. Vou passar o aniversário ensaiando. Não vou mais. Ufa. Maio. Ensaios até às 23h. Tô veia pra sair de balada. Mais cortes. Silfos. Divulgação. Ensaios gerais. Idas ao Teatro. Trair o movimento e quase passar mal por isto. G7. "Vontade de chorar, vontade de morrer". Pontão. Pra longe perto do Paranoá. Semana final. Prova de figurino. Ensaio todos os dias. Medinho. Empolgação. Divulgação na UnB. Jogo de Cena. "Salma de palmas".  Emoção a flor da pele. Divulgação no Coro Sinfônico. Prova final de figurino. Ir ao Teatro com chuva e frio. Chuva? Em maio? Ensaio até meia-noite.
Sábado. Busca os pais... e a tia. Multa? Ensaio no Teatro. Passa luz. Volta pra casa pra tomar banho e almoçar. Volta pro Teatro. Cadê todo mundo? Passa microfones. 18h maqueia. Não vai dar tempo. Esgotaram os ingressos. Cadê a sacola dos acessórios? Achou. Ufa. Concentração, relaxamento. Primeiro sinal. Corrente pra frente. Segundo sinal. Se arruma pra coxia. Frio na barriga. Cinge os rins. Terceiro sinal. Paulão fala os oferecimentos. Abriu a cortina. Palmas. Entramos. Surpresas. Palmas. Risadas. Dani Baggio. Bravo! "coreografia do foguinho". Fim do primeiro ato. Show do intervalo. Se arruma rápido. Como assim já é a nossa hora? Mulheres no palco. Fiu-fiu! Homens no palco. Risadas. Se arruma rápido na coxia. Tosse. Bravo! Risadas e mais risadas. Fim. Bis. Acabou o primeiro dia. Passagem secreta. Cumprimentos no foyer. Recadinhos. Amanhã tem mais. Cadê a camiseta do Barba?
Domingo. Vou bater em alguém. Chega no Teatro. Passa som. Passa microfones e instrumentos. "Caí da bicicleta". Se arruma mais cedo. Cadê minha saia? Organização da maquiagem. Concentração, relaxamento e aquecimento. Minha voz não está saindo. Mais aquecimento. Pelamordedeus. Ufa. Primeiro sinal. Concentra energia. Kundalini. Segundo sinal. "Você está mais calma hoje". Terceiro sinal. Entramos. O show é o mesmo, mas não é o mesmo show. Gravação. Plateia empolgada. Dani Baggio quebra o protocolo. Adoro! Fim do primeiro ato. Show do intervalo. Brincadeiras na coxia. Segundo ato, mas já estamos a postos. Mulheres no palco. Gostosas! Homens no palco. Gostosa! Saíram as notas, ufa! Risadas e mais risadas. Fim. Bis. Emoção à tona. Uhul! Passagem pro foyer. Vamos pra pizzaria 1. Não, vamos pra pizzaria 2. E na noite mais fria do ano, recebemos uma plateia calorosa e comemoramos do nosso jeito o sucesso do Nosso Jeito, e o começo de uma longa história. E o show <b>tem</b> que continuar!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

LAUGI DE BOLSO


Olá pessoas!

É com prazer que informo para todos vocês, senhoras e senhores, crianças em geral, o pocket-show do Laugi, o Laugi de bolso.

O Laugi vai apresentar no próximo dia 18, sábado, o show Laugi de Bolso. A apresentação será na Livraria Cultura do Casa Park e começa às 18h.

O Laugi de Bolso tem o objetivo de apresentar ao público uma amostra do que será o espetáculo Nosso Jeito, marcado para maio de 2011. O repertório conta com alguns arranjos inéditos do maestro Paulo Santos, além de canções que já emocionaram plateias com o jeito Laugi de fazer música.


Para mais informações, acesse http://laugi.com.br/beta/?p=168.

E... VEM COMIGO!!!
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