O que faz Maria Barrillari? Na realidade, eu não sei, mas entre aqui que te conto!
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domingo, 17 de maio de 2015
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Lulu Santos)
domingo, 8 de março de 2015
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Paralamas)
O show de ontem também foi possível por causa da compra coletiva. O evento foi o Brasília Rock Show, com os shows de Paralamas e Titãs. Literalmente, os Paralamas do Sucesso foram tocar na capital.
https://instagram.com/p/z9F5abjZkW/?modal=true - A foto!
Chegamos lá cedo para retirar os ingressos e foi bem rápido. O detalhe é que os portões só iam abrir uma hora e meia mais tarde. Fizemos uma agá e conversamos com uma família carioca que estava com uma turma enorme pra ver o show. O portão abriu às 21h e conseguimos um lugar perto para ver e dançar. Enquanto o show não começava, o DJ botava uma sessão nostalgia tocando sucessos dos tempos que eu ouvia a Jovem Pan (de 1994 até mais ou menos 2003), principalmente de bandas como Skank, Jota Quest, Lulu Santos, Barão Vermelho. Aliás, que música boa nacional toca na Jovem Pan de hoje a não ser uns arremedos de Charlie Brown Netos? Sim, tô veia.
Umas 22h35, praticamente no horário, começa o primeiro show, dos Paralamas do Sucesso, abrindo com a música virundeada "Alagados". Eu já tinha visto o show umas três vezes nos tempos dos shows da Jovem Pan, por volta de 1995, 1996. E a energia deste show foi exatamente a mesma. Eram os três tocando: Barone na plataforma da bateria, Herbert na plataforma da acessibilidade e Bi em baixo porque cismam com a ideia de que todo baixista é autista. A banda de apoio com metais e teclado, e no fundo, um telão de LED mostrando vídeos e fotos das músicas sendo tocadas. Eles colocavam o nome da música e o ano, e eu me lembrei dos bons tempos que os Paralamas faziam videoclipes no banheiro com a Conspiração (Um beijo, antiga eme-te-vê!). Eu sabia quase todos. Adorei ver ao vivo músicas que eu já tinha visto e as que não tinha visto ainda ao vivo, como "Ela disse adeus". Eles tocaram as três músicas que eu cantei com a Guarda do Conde, "Meu erro", "Óculos" e "Lanterna dos afogados", fora muitas outras que entraram no meu inconsciente coletivo, como o outro virundum "Entrei de caiaque no navio".
Foi uma hora e meia de hits, com uma explosão de cores da iluminação, brilhando forte no Barone nos seus solos, focando no Herbert, na banda de apoio e... por que ninguém foca no Bi?
Me senti em 1995, não fosse a fotógrafa de um site de eventos tirando foto nossa pro site (isto me fez sentir em 2005), e um drone que ficou sobrevoando o interior do Nilson Nelson tirando fotos e parecendo monstrinho de seriado japonês querendo atirar no inimigo. (aliás, sou do tempo em que bolas do Playcenter e camisinhas voavam nos shows, e não drones)
Eu não me lembrava que o Barone é um baterista foda e o Herbert, apesar do acidente, continua tocando pra caramba.
Terminado o show dos Paralamas, os roadies tiraram toda a instrumentação para receber os Titãs. Enquanto isto, mais músicas do tempo da Jovem Pan (isto porque apareceu a locutora da Transamérica, a rádio mais rock do DF, cobrindo o evento). Os Titãs estavam com iluminação mais simples e no fundo a capa do CD atual, mais pesado, que ganhou prêmios (segundo uma mulher atrás de mim, "Prêmios de bosta"), mas eles preferiram puxar os hits que todo mundo canta. Atenderam o famoso "Toca Raul!". Paulo Miklos cantava "Diversão" enquanto o povo nem aí enchia a cabeça de álcool atrás de distração. Quando tocaram "Vossa Excelência", o povo xingou até todos os envolvidos do lava-jato. A melhor banda de todos os tempos da última semana tocou a música que cantamos na Guarda "Sonífera ilha"
Saímos com uma hora de show antes de acabar e começar a muvuca do estacionamento, mas saímos com a alma lavada lembrando das músicas boas que escutamos "desde os primórdios até hoje em dia".
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Beyoncé)
Já dentro do estádio, um DJ animava a plateia botando os hits atuais de pista de dança, desde os internacionais até os nacionais.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
É tipo isso...
sábado, 20 de outubro de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
Então veja esta foto. Graças ao Quem dera ser um peixe, eu tive três meses de natação na Acqua Live, no Sudoeste. Esta foto foi tirada lá, para mostrar que eles também apoiam minha saga. A piscina é de 20m e ao ar livre, o que me deixou com uma marquinha de maiô nas costas. E eu voltei tão com tudo mas tão com tudo (hoje eu não fico de fora, se a saudade apertar eu chego hey e meto a espora...) que cheguei a nadar 1400m em uma aula. O professor cogitou até de eu participar de um destes revezamentos, mas não rolou, porque:
1. Era dia de ensaio Laugi.
2. Era dia de eu estar na Tailândia.
Agora acabou o prazo e eu seguirei a minha busca rumo ao esporte perfeito percorrendo o quem dera ser um peixe.
sábado, 6 de outubro de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
E desta vez eu fiz ultralipocavitação na Femna Depil & Esthetic, que fica no Sudoeste. Diferentemente da lipocavitação, este é um procedimento de queima de gordura localizada mais hardcore. A moça passa o aparelho que faz um barulho ensurdecedor que não adianta tampar o ouvido, porque ele vem de dentro de você. E nisso vai queimando e destruindo as células de gordura, então é bom tomar muita água para limpar depois porque vai tudo pro fígado (ai, meu Natal pós fim-do-mundo...) Apesar do barulho, você sente as frequências funcionando dentro de você. O resultado, você começa a sentir depois de 4 ou 5 aplicações, e você só não pode fazer se tiver marca-passo.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
quarta-feira, 25 de julho de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
No terceiro dia, eis que eu vejo o jump. Ele me foi tirado porque meu joelho ainda não tem resistência suficiente para o exercício. Faço o circuito e vou para o jump... fazer abdominal.
A aula é breve, chega a durar de 30 a 40 minutos, dependendo de como você faz. Uma pessoa picareta em ginástica como eu terminava em 30 minutos toda a série, sem picaretar! E o mais interessante de tudo é que no dia seguinte eu não fico dolorida (eu só fiquei dolorida um dia depois de ter jogado boliche). Aliás, eu estou até sentindo falta de ficar realmente cansada, acho que quero algo mais... forte.
Só no último dia cheguei lá e as portas estavam fechadas. Falei com o vizinho, que ligou pro dono e nada. Nem pude me despedir... Mas valeu.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
Enfim, o filme que eu escolhi foi o Palhaço, pois fazia tempo que eu não ia no cinema desde Cisne Negro. O Palhaço complementou tudo que eu tive no Cisne Negro de epifania de artes, mas de um jeito diferente. A mensagem principal do filme é "o gato bebe leite, o rato rói queijo e eu sou um palhaço", e não podemos fugir do que realmente somos.
sábado, 19 de novembro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
A moça que aplicou, Célia, foi superatenciosa e me explicou de todos os detalhes. Mas tive dificuldades para utilizar o cupom, pois as linhas estavam todas congestionadas pra marcar, me ligaram de volta (o que achei bom), marquei e quando cheguei lá, meu nome não estava lá. Tirando isto, o procedimento de lipocavitação é sem traumas (é contraindicado para quem tem diabetes, DIU, próteses).
sábado, 29 de outubro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
Enfim, cheguei ao local e já me preparei para fazer o Spa. A moça é atenciosa e eu consegui descansar meus pezinhos. Primeiro ela colocou num massageador uma essência de eucalipto, que deu aquele cheirinho de sauna. E no raidinho deles Christina Aguilera reforçava a autoestima cantando "You are beautiful no matter what they say..." Depois do massageador, ela passou um esfoliante e fez massagem nos pés (a reflexologia), o que me causou cócegas. O pé ficou muito leve. Depois foi feita a sessão pedicure. Limpou, tirou as cutículas com um produto lá, passou esmalte (um roxinho bonitinho que eu escolhi) e deu o acabamento. Saí de lá com os pezinhos leves e contentes.
sábado, 22 de outubro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
Hoje o Quem dera ser um peixe conta a história de uma aventureira descobridora dos sete mares (e do Lago Paranoá) que desbravou um frio de 12ºC para ir no Espaço Estético Maria Sousa, na 910 Sul, fazer um mini day-spa. O dia começou com um peeling de diamante que sugou todas as impurezas do rosto. Depois passaram uma máscara de hidratação de mel com própolis, que eu achei que tivesse cheiro de sabão de coco. Terminado o tratamento facial, começou o banho de lua, que serve para clarear os pelos e uniformizar a pele. O inconveniente é que tem um cheiro forte de água oxigenada, mas o luar é meu amigo. A aplicação foi mais rápida porque tinham duas esteticistas passando o produto. Tempo esgotado, tira todo o resto de água oxigenada, e vamos para a esfoliação. A esfoliação foi feita com um produto com aroma de morango (melhor do que a H2O2), também aplicada a quatro mãos. Pele esfoliada, na massagem antiestresse foram usadas quatro mãos e o bambu. Deu pra relaxar muito bem com a massagem, e valeu a pena ter encarado o frio para fazer este relax antes de uma apresentação hoje.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
E está de volta a saga da compradora coletiva que descobre as coisas interessantes de Brasília. E desta vez foi provar o risoto George Harrison no Café com Vinil (413 Norte). Eu queria muito vê-lo, eu queria muito prová-lo, eu queria realmente experimentá-lo, mas levou um tempo para eu organizar a minha agenda e ir. O risoto vem com três tipos de cogumelos: paris, shitake e shimeji. Além do George Harrison, todos os pratos tem nome de bandas boas. O lugar é aconchegante (e escurinho, tanto que a foto do risoto saiu assim), e tem uma coleção de LPs (não sabe o que é, criança? Pergunta pro teu pai!) e você pode escutá-los. Impressionante a qualidade sonora do LP.sábado, 12 de fevereiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E ontem foi dia de provar Yakisoba com sunomono no Tokio restaurante, lá no Polo de Artesanato do Lago Sul (o lá foi porque o Google me indicou que o local ficava perto do Núcleo Bandeirante e eu rodei, rodei, rodei...), no Jardim Botânico. Mas depois de achar, o local todo é bonitinho. Apesar de ser restaurante japonês, é todo enfeitado com motivos dos Beatles. Eles serviram meu yakisoba sem frango, como eu tinha pedido, regado à molho shoyu e a um azeite extra virgem tão bom que fez eu duvidar da virgindade do azeite que tenho em casa. E o sunomono é muito bom. Desconfio que tenha pego prato para 2, como está na foto (Gorda Safada!) mas ainda fiz sintoma de pobreza e guardei o que restou para consumir em casa.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E o peixe foi buscar outros mares de loucura e acabei conhecendo outras ofertas legais. A de hoje foi uma super salada na Sublight, no Sudoeste. Tinha 4 opções de saladas (eu escolhi a vegetariana com molho de iogurte) e todo o ambiente é voltado para comida saudável sem conservantes, sem óleos, sem gorduras. Ok, tinha refrigerante pra vender, mas ninguém é perfeito. E o Sublight fica bem na entradinha do Sudoeste, não tem perigo de se perder.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
A primeira antes de viajar para Sampa, eu fui até o Sudoeste para comer Yakisoba com suco no Mokay Sushi. Num dia de muita chuva consegui chegar lá. Detalhe: a promoção era de Yakisoba com carne ou frango. Mas eu expliquei minhas atuais condições vegetarianas e consegui pedir um só de legumes. Para acompanhar, uma limonada suíça. E eles foram bastante solícitos e trouxeram uma pimentinha de outro restaurante. O lugar é uma gracinha, serve temakis e hot rolls, mas naquela sexta-feira chuvosa, tinha muito pouca gente.
, com palmito, mussarela e ervas finas. Vinha com um molhinho bom também e para acompanhar uma limonada suíça com sprite e leite condensado (Gorda Safada sim!) E tava muito bom, pena que não tem tantas opções vegetarianas.segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva
tem beleza, a outra, tem comida. E desta vez foi para comer de um tudo na Famiglia Pomodoro, na 404 Sul. O lugar é bastante amplo e com uma decoração simples com vasos de plantas em cada mesa. Neste lugar eu pedi um salmão (calma, gente, ainda estou na fase dos animais terrestres) com molho de maracujá, com brócolis ao alho, legumes cozidos ao vapor, e batata sautée, e para acompanhar, um delicioso suco de laranja natural. Este cardápio faz parte do Pomodoro Express, como eles chamam o almoço executivo no qual você escolhe a guarnição e os acompanhamentos (não tem distinção de quantos você pode, cada acompanhamento tem um pr
eço) E para finalizar com chave de ouro (claro que não consegui gastar todo o crédito), uma sobremesa de petit gateau com algumas cerejas e morangos a parte. Também muito bom!
