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domingo, 17 de maio de 2015

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Lulu Santos)

Ontem teve mais um show de compra coletiva que me fez voltar ao tempo: Foi o show de Lulu Santos e Capital Inicial, que me fez ir para 1997, quando eu assistia os shows da Jovem Pan e usava tatuagem de gargantilha e terceiro olho. E o primeiro sinal de que você é uma pessoa bem passada é quando jovens começam a usar modas que você usava na adolescência. Pois ontem eu não vi uma menina com tatuagem de gargantilha e outra com um terceiro olho? Cantemos: "raiou o sol..."
O show foi dentro da área externa do estádio Mané Garrincha, mais precisamente antes das entradas dos ingressos lá da Copa do Mundo. Os portões abriram às 21h e enquanto o show não acontecia, o DJ tocava músicas dos meus tempos de Brasil 2000. Tinham duas pistas, a pista premium e a pista pobre. Obviamente estávamos na pista pobre, no meio de um monte de gente que estava sentada aguardando o show. O primeiro show foi o do Lulu Santos. Foi, acho, o meu quarto ou quinto show do Lulu que eu vejo, porque eu vi um na Praia Grande além dos da Jovem Pan. Lulu entrou, cantou "Toda forma de amor", e na segunda música, ploft! O gerador pifou e levou mais ou menos uns 20min para a produção do show arrumar o show. O povo (principalmente da pista pobre) já estava ficando impaciente. Quando o show voltou a funcionar, o som não chegava na pista pobre. Aí o povo começou a vaiar e gritar "CADÊ O SOM???" Meu respeito ao Lulu, que eu escuto desde que não sabia pronunciar o "L" e chamava de "Iuiu", mas eu não vaiei. A galera só sossegou quando o som veio um pouco mais no hino da friendzone "Apenas mais uma de amor". Teve um momento que as luzes se apagaram só pra melhorar o som. Apesar do som fraco de onde a gente estava, foi um show super pra cima, com os vocais competentes de Lulu, da backing gostosa e de Milton Guedes, que tem uns 420 anos de carreira com o Lulu e voltou para tocar gaita, saxofone, pandeiro. Lulu já tem mais de 60 anos, mas tem muito pique com sua guitarra inconfundível e seu jeito de dançar com a guitarra. Lulu desfiou seus maiores sucessos, como a melô do leproso, a abertura da Malhação (não me venham com Charlie Brown, esta é a primeira e verdadeira), e músicas que eu já cantei com a Guarda do Conde, como Um certo alguém e Casa. No final, rolou a tríplice coroa do Lulu, "Sereia / De repente Califórnia / Como uma onda", encerrando com Tempos modernos. 
O show acabou 1h da manhã. Levou mais uma hora para trocar os instrumentos do Lulu e entrar os do Capital. Quando o Capital entrou no palco, mais precisamente o Dinho Ouro Preto, aumentou a concentração de calcinhas molhadas por m². De fato, Dinho ficou melhor mais velho. Mas o som ficou pior no show do Capital. Eles até aumentaram o som, mas ficou totalmente barulhento em vez de criar uma sonoridade agradável, como estava no show dos Paralamas e Titãs. Na segunda música, eu olhei pro meu marido, ele olhou pra mim e dissemos: "Vamos?" E fomos embora deixando o show pra trás e toda a barulheira junto. A barulheira era tanta que quando o Dinho falava, a gente não sabia se ele estava falando seu bordão "Do caralho".

domingo, 8 de março de 2015

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Paralamas)

Faz tempo que não escrevia por aqui e foi até bom porque não escrevi sobre os 7 a 1 da Copa.
O show de ontem também foi possível por causa da compra coletiva. O evento foi o Brasília Rock Show, com os shows de Paralamas e Titãs. Literalmente, os Paralamas do Sucesso foram tocar na capital.
https://instagram.com/p/z9F5abjZkW/?modal=true - A foto!
Chegamos lá cedo para retirar os ingressos e foi bem rápido. O detalhe é que os portões só iam abrir uma hora e meia mais tarde. Fizemos uma agá e conversamos com uma família carioca que estava com uma turma enorme pra ver o show. O portão abriu às 21h e conseguimos um lugar perto para ver e dançar. Enquanto o show não começava, o DJ botava uma sessão nostalgia tocando sucessos dos tempos que eu ouvia a Jovem Pan (de 1994 até mais ou menos 2003), principalmente de bandas como Skank, Jota Quest, Lulu Santos, Barão Vermelho. Aliás, que música boa nacional toca na Jovem Pan de hoje a não ser uns arremedos de Charlie Brown Netos? Sim, tô veia.
Umas 22h35, praticamente no horário, começa o primeiro show, dos Paralamas do Sucesso, abrindo com a música virundeada "Alagados". Eu já tinha visto o show umas três vezes nos tempos dos shows da Jovem Pan, por volta de 1995, 1996. E a energia deste show foi exatamente a mesma. Eram os três tocando: Barone na plataforma da bateria, Herbert na plataforma da acessibilidade e Bi em baixo porque cismam com a ideia de que todo baixista é autista. A banda de apoio com metais e teclado, e no fundo, um telão de LED mostrando vídeos e fotos das músicas sendo tocadas. Eles colocavam o nome da música e o ano, e eu me lembrei dos bons tempos que os Paralamas faziam videoclipes no banheiro com a Conspiração (Um beijo, antiga eme-te-vê!). Eu sabia quase todos. Adorei ver ao vivo músicas que eu já tinha visto e as que não tinha visto ainda ao vivo, como "Ela disse adeus". Eles tocaram as três músicas que eu cantei com a Guarda do Conde, "Meu erro", "Óculos" e "Lanterna dos afogados", fora muitas outras que entraram no meu inconsciente coletivo, como o outro virundum "Entrei de caiaque no navio".
Foi uma hora e meia de hits, com uma explosão de cores da iluminação, brilhando forte no Barone nos seus solos, focando no Herbert, na banda de apoio e... por que ninguém foca no Bi?
Me senti em 1995, não fosse a fotógrafa de um site de eventos tirando foto nossa pro site (isto me fez sentir em 2005), e um drone que ficou sobrevoando o interior do Nilson Nelson tirando fotos e parecendo monstrinho de seriado japonês querendo atirar no inimigo. (aliás, sou do tempo em que bolas do Playcenter e camisinhas voavam nos shows, e não drones)
Eu não me lembrava que o Barone é um baterista foda e o Herbert, apesar do acidente, continua tocando pra caramba.
Terminado o show dos Paralamas, os roadies tiraram toda a instrumentação para receber os Titãs. Enquanto isto, mais músicas do tempo da Jovem Pan (isto porque apareceu a locutora da Transamérica, a rádio mais rock do DF, cobrindo o evento). Os Titãs estavam com iluminação mais simples e no fundo a capa do CD atual, mais pesado, que ganhou prêmios (segundo uma mulher atrás de mim, "Prêmios de bosta"), mas eles preferiram puxar os hits que todo mundo canta. Atenderam o famoso "Toca Raul!". Paulo Miklos cantava "Diversão" enquanto o povo nem aí enchia a cabeça de álcool atrás de distração. Quando tocaram "Vossa Excelência", o povo xingou até todos os envolvidos do lava-jato. A melhor banda de todos os tempos da última semana tocou a música que cantamos na Guarda "Sonífera ilha"
Saímos com uma hora de show antes de acabar e começar a muvuca do estacionamento, mas saímos com a alma lavada lembrando das músicas boas que escutamos "desde os primórdios até hoje em dia".

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva (Especial Beyoncé)

Fazia um bom tempo que não escrevia sobre compra coletiva, e apesar de isto ser minha descrição de um show, isto não seria possível sem a compra coletiva.
Pois depois de não poder comprar o ingresso para a Beyoncé no momento da abertura da bilheteria online, veio a compra coletiva, me mostrou uma promoção mara a uma semana do show. Comprei. Foi o maior espetáculo de bate-cabelo do Mané Garrincha ever, desde antes dele ser padrão FIFA.
Cheguei lá e fui comer na "praça de alimentação", barraquinhas que ficam do lado de fora do estádio vendendo hot dog, churros, crepes, acarajés, espetinhos, baião de dois, tudo para saciar sua fome e você poder aproveitar bem o show. Entrei na fila e o ônibus da rádio popular tocava uma Anitta premonitória: "Pre-para, que agora é hora do show das poderosas...", enquanto ambulantes vendiam "a faixa da Bibi", demonstrando uma intimidade com a diva que nem o maridão JayZ deve ter. 
Já dentro do estádio, um DJ animava a plateia botando os hits atuais de pista de dança, desde os internacionais até os nacionais.
O DJ saiu, os roadies começaram a limpar o palco, e de repente, algo que não acontecia há muito tempo em Brasília aconteceu: choveu. Quem estava na pista foi saindo pra se abrigar, quem estava na cadeira foi passando é frio. Por causa da chuva, o show demorou mais de uma hora pra começar, porque os roadies tiveram que varrer o palco de novo (no quadrado da frente, estava engraçado até, porque eles passavam
 o rodo e jogavam água em quem estava na fila do gargarejo). Enquanto isso, o telão passava Beyoncé em propagandas de perfume, campanhas humanitárias, bebendo refrigerante. E o show começa!
Havia vários telões, mais o telão do fundo do palco que passava vídeos durante suas trocas de roupa (sim, a bicha usou oito roupas diferentes que trocava num passe de mágica! E o cabelo? E os acessórios, apesar de ela estar com o mesmo brincão? E o monitor in-ear?), vídeos feitos para o show que pareciam de propaganda de perfume e/ou bebida. Nisso, Bey vem toda diva de cabelão preso por causa da chuva (ela agora está de cabelo curto, queria entender o aplique nesta mulher). Toda trabalhada no carão e nas pernas, e que pernas!!!! Enquanto cantava "If I were a boy", foi até o quadrado da frente e cantou divaça no meio da chuva. "If you're in the rain, I'm in the rain", disse, e aí ela fez algo que nunca vi nenhum artista fazer quando demora mais de meia hora para entrar no palco: pediu desculpas pelo atraso. Justificou por causa da chuva e ainda falou que a chuva não iria parar o show. Diva, não precisou nem aprender português, mas o povo de lá entendia tudo.
Se tem uma palavra que descreve o show dela, é "superlativo". Tudo nela é superlativo: ela canta pra caraca, dança pra caraca, seus bailarinos dançam pra caraca, sua banda composta só de mulheres toca pra caraca, os efeitos de palco vem superlativos com uma iluminação contagiante, fumaça, show pirotécnico e chuva de papel picado no final. E o mais interessante, ela sempre estava presente, se divertindo no palco, principalmente com os dançarinos, que por causa da chuva, quase escorregavam durante as coreografias. E todos os sucessos dela cantados foram da carreira solo, não precisou "resgatar do fundo do baú" a Destiny's Child.
No final, duas surpresas: a primeira, antes de cantar "Halo", ela cantou sem acompanhamento um trechinho de I will always love you. E na última troca de roupa, como no Rio, ela dançou Lelek lek. E eu, que estava pedindo para ela fazer o quadradinho de 8, ela chegou perto de fazer num dos vídeos de troca de roupa.
No final de tudo, fiquei obcecada pelo trabalho que a Beyoncé faz, seja com a voz, seja com a dança, seja com as pernas, seja com a produção daquilo tudo. E pode até parecer heresia o que eu vou escrever, mas eu que desde pequena queria ir no show do Michael Jackson, posso dizer que o show da Beyoncé foi o mais próximo que eu cheguei de um "show do Michael Jackson", pela superprodução, pelo supertalento, pela grandiosidade e pela mistura muito bem sucedida de voz com coreografia, com efeitos especiais.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E a saga desta vez foi dançando street dance e hip hop na Dance e Cia, na 712 Norte. O professor Rafael Pulga tem uma experiência renomada em danças de rua, desde as mais antigas até as mais atuais. E neste mês de aula eu pude ter contato com os mais diversos estilos de dança de rua, uma dança livre com as demasiadas intenções, como o locking, o house, o lofting, o waacking, o próprio hip hop, entre outros ritmos que tiveram origem na rua. E você pode usar qualquer passo no street dance, só mudando a intenção. Alguém se lembra disto?

É tipo isso...

sábado, 20 de outubro de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Quem me conhece, sabe que eu não aguento ficar muito tempo sem natação.
Então veja esta foto. Graças ao Quem dera ser um peixe, eu tive três meses de natação na Acqua Live, no Sudoeste. Esta foto foi tirada lá, para mostrar que eles também apoiam minha saga. A piscina é de 20m e ao ar livre, o que me deixou com uma marquinha de maiô nas costas. E eu voltei tão com tudo mas tão com tudo (hoje eu não fico de fora, se a saudade apertar eu chego hey e meto a espora...) que cheguei a nadar 1400m em uma aula. O professor cogitou até de eu participar de um destes revezamentos, mas não rolou, porque:
1. Era dia de ensaio Laugi.
2. Era dia de eu estar na Tailândia.
Agora acabou o prazo e eu seguirei a minha busca rumo ao esporte perfeito percorrendo o quem dera ser um peixe.

sábado, 6 de outubro de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Cada vez menos com comida, cada vez mais cuidando da minha pessoa, afinal, tô quase lá...
E desta vez eu fiz ultralipocavitação na Femna Depil & Esthetic, que fica no Sudoeste. Diferentemente da lipocavitação, este é um procedimento de queima de gordura localizada mais hardcore. A moça passa o aparelho que faz um barulho ensurdecedor que não adianta tampar o ouvido, porque ele vem de dentro de você. E nisso vai queimando e destruindo as células de gordura, então é bom tomar muita água para limpar depois porque vai tudo pro fígado (ai, meu Natal pós fim-do-mundo...) Apesar do barulho, você sente as frequências funcionando dentro de você. O resultado, você começa a sentir depois de 4 ou 5 aplicações, e você só não pode fazer se tiver marca-passo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E ontem foi o teste das 1001 noites. Experimentar um Shawarma no Calçadão da Torre. A Shawarma é uma espécie de wrap árabe com salada e carne/frango/hamburguer vegetariano. Você pode escolher o recheio e leva até 10min pra ficar pronto. E você pode pedir esta pimentinha árabe do lado.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

A comemoração dos meus quatro anos de Brasília não poderia ser melhor. E desta vez o presente foi fazer manicure e pedicure no La Femme, na 313 Norte. A manicure, Flávia, foi bastante atenciosa e cuidou dos meus pés fazendo o tratamento completo, com uma exfoliação que me fez cócegas. O local fica meio escondido, mas dá até uma certa privacidade para cuidarmos das unhas. Eles também fazem nutrição de chantily no cabelo por R$ 25,00 na promoção. O resultado da minha unha pintada vocês verão no vídeo de amanhã do "Quintas Musicais".

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Já pintou o verão, calor no coração, e chegou a hora de fazer o que chamam de operação Panicat. Calma, gente, não vou precisar engrossar a voz, eu comecei fazendo um mês de academia Circuit, no Sudoeste. A academia é toda organizada e feita para mulheres, e é toda feminina, apesar de eu ter encontrado uns dois ou três instrutores homens. Comecei fazendo uma avaliação e vi que preciso fortalecer a região da coxa, prejudicada pelas corridas mal-feitas (Crianças, aprendam: querem correr, não tentem fazer isto em casa, procurem médicos, profissionais, senão você vai ficar com o joelho fudido que nem o meu.) O primeiro dia foi mais para me acostumar com o método e com o aparelho. No segundo dia, a malhação foi mais intensa. São aparelhos de musculação com tensão de molas, feitos exclusivamente para os contornos femininos. E como é circuito, a cada troca de exercício, a gente escuta uma vozinha "Change now".
No terceiro dia, eis que eu vejo o jump. Ele me foi tirado porque meu joelho ainda não tem resistência suficiente para o exercício. Faço o circuito e vou para o jump... fazer abdominal.
A aula é breve, chega a durar de 30 a 40 minutos, dependendo de como você faz. Uma pessoa picareta em ginástica como eu terminava em 30 minutos toda a série, sem picaretar! E o mais interessante de tudo é que no dia seguinte eu não fico dolorida (eu só fiquei dolorida um dia depois de ter jogado boliche). Aliás, eu estou até sentindo falta de ficar realmente cansada, acho que quero algo mais... forte.
Só no último dia cheguei lá e as portas estavam fechadas. Falei com o vizinho, que ligou pro dono e nada. Nem pude me despedir... Mas valeu.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E não é só de beleza e comilança que vive a peixa. Hoje foi dia de assistir um bom filme no Kinoplex. O Kinoplex escolhido foi o do Boulevard Shopping, com quatro salas, sendo uma 3D. As poltronas são todas marcadas e você pode levantar o braço da cadeira para ficar aconchegado se vir de casalzinho. Ah, meus 15 anos...
Enfim, o filme que eu escolhi foi o Palhaço, pois fazia tempo que eu não ia no cinema desde Cisne Negro. O Palhaço complementou tudo que eu tive no Cisne Negro de epifania de artes, mas de um jeito diferente. A mensagem principal do filme é "o gato bebe leite, o rato rói queijo e eu sou um palhaço", e não podemos fugir do que realmente somos.

sábado, 19 de novembro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E hoje eu tive meu "dia de peixinha" fazendo lipocavitação na Avensis Estética no Sudoeste. O tratamento é um ultrassom que vai queimando suas gorduras e você sente até o abdome queimando. Por isso é importante beber muita água nos próximos sete dias, que é enquanto funciona a queima de gorduras.
A moça que aplicou, Célia, foi superatenciosa e me explicou de todos os detalhes. Mas tive dificuldades para utilizar o cupom, pois as linhas estavam todas congestionadas pra marcar, me ligaram de volta (o que achei bom), marquei e quando cheguei lá, meu nome não estava lá. Tirando isto, o procedimento de lipocavitação é sem traumas (é contraindicado para quem tem diabetes, DIU, próteses).

sábado, 29 de outubro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Depois que passou a chuva, eu vi que estava precisando colocar os pezinhos de fora de novo. E para isto, eu fiz um Spa para Pés na Designius, na 714/914 Sul Bloco C. E insisto que é bloco C prédio do HU porque eu cheguei toda pimpona no Bloco D, confirmei os dados e o porteiro me mandou pra um lugar inexistente.
Enfim, cheguei ao local e já me preparei para fazer o Spa. A moça é atenciosa e eu consegui descansar meus pezinhos. Primeiro ela colocou num massageador uma essência de eucalipto, que deu aquele cheirinho de sauna. E no raidinho deles Christina Aguilera reforçava a autoestima cantando "You are beautiful no matter what they say..." Depois do massageador, ela passou um esfoliante e fez massagem nos pés (a reflexologia), o que me causou cócegas. O pé ficou muito leve. Depois foi feita a sessão pedicure. Limpou, tirou as cutículas com um produto lá, passou esmalte (um roxinho bonitinho que eu escolhi) e deu o acabamento. Saí de lá com os pezinhos leves e contentes.

sábado, 22 de outubro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Hoje o Quem dera ser um peixe conta a história de uma aventureira descobridora dos sete mares (e do Lago Paranoá) que desbravou um frio de 12ºC para ir no Espaço Estético Maria Sousa, na 910 Sul, fazer um mini day-spa. O dia começou com um peeling de diamante que sugou todas as impurezas do rosto. Depois passaram uma máscara de hidratação de mel com própolis, que eu achei que tivesse cheiro de sabão de coco. Terminado o tratamento facial, começou o banho de lua, que serve para clarear os pelos e uniformizar a pele. O inconveniente é que tem um cheiro forte de água oxigenada, mas o luar é meu amigo. A aplicação foi mais rápida porque tinham duas esteticistas passando o produto. Tempo esgotado, tira todo o resto de água oxigenada, e vamos para a esfoliação. A esfoliação foi feita com um produto com aroma de morango (melhor do que a H2O2), também aplicada a quatro mãos. Pele esfoliada, na massagem antiestresse foram usadas quatro mãos e o bambu. Deu pra relaxar muito bem com a massagem, e valeu a pena ter encarado o frio para fazer este relax antes de uma apresentação hoje.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E está de volta a saga da compradora coletiva que descobre as coisas interessantes de Brasília. E desta vez foi provar o risoto George Harrison no Café com Vinil (413 Norte). Eu queria muito vê-lo, eu queria muito prová-lo, eu queria realmente experimentá-lo, mas levou um tempo para eu organizar a minha agenda e ir. O risoto vem com três tipos de cogumelos: paris, shitake e shimeji. Além do George Harrison, todos os pratos tem nome de bandas boas. O lugar é aconchegante (e escurinho, tanto que a foto do risoto saiu assim), e tem uma coleção de LPs (não sabe o que é, criança? Pergunta pro teu pai!) e você pode escutá-los. Impressionante a qualidade sonora do LP.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva


E ontem foi dia de provar Yakisoba com sunomono no Tokio restaurante, lá no Polo de Artesanato do Lago Sul (o lá foi porque o Google me indicou que o local ficava perto do Núcleo Bandeirante e eu rodei, rodei, rodei...), no Jardim Botânico. Mas depois de achar, o local todo é bonitinho. Apesar de ser restaurante japonês, é todo enfeitado com motivos dos Beatles. Eles serviram meu yakisoba sem frango, como eu tinha pedido, regado à molho shoyu e a um azeite extra virgem tão bom que fez eu duvidar da virgindade do azeite que tenho em casa. E o sunomono é muito bom. Desconfio que tenha pego prato para 2, como está na foto (Gorda Safada!) mas ainda fiz sintoma de pobreza e guardei o que restou para consumir em casa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E eu fiz 5 sessões de drenagem linfática com exfoliação na Naturale Estética, na 705/905 Sul. A drenagem linfática é uma massagem vigorosa que ativa os gânglios linfáticos e elimina toda tralha daí. E quem disse que por ser massagem não doía? No pain, no gain! E as 5 sessões foram meio que seguidas uma da outra. A segunda já doeu menos. Na terceira, ardeu um bocado, efeito do creme redutor que se passa durante a sessão. Na quarta, eu cochilei um bocado. Na quinta, mudou a moça que aplicou e o método, porque eu ia fazer a exfoliação junto com a drenagem. Doeu mais que as quatro sessões anteriores, mas é porque eu sou uma mocinha, praticamente uma leidi. A exfoliação deixou a pele mais sedosa, e a drenagem, a partir de agora... "Vô não, quero não, posso não, meu doutor não deixa não..."

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva


E o peixe foi buscar outros mares de loucura e acabei conhecendo outras ofertas legais. A de hoje foi uma super salada na Sublight, no Sudoeste. Tinha 4 opções de saladas (eu escolhi a vegetariana com molho de iogurte) e todo o ambiente é voltado para comida saudável sem conservantes, sem óleos, sem gorduras. Ok, tinha refrigerante pra vender, mas ninguém é perfeito. E o Sublight fica bem na entradinha do Sudoeste, não tem perigo de se perder.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

E sábado fui fazer depilação egípcia, hidratação e design de sobrancelha na The Day. Vocês já conheceram a The Day de outros carnavais. A primeira etapa do tratamento foi uma exfoliação facial a base de bambu, mas que tinha cheiro de cerveja (ó a manguaça!) Depois ela fez a egípcia, que é a base de linha. Dói pra caramba, mas compensa só por não deixar marquinhas de "fiz o bigode". Depois ela fez o design da sobrancelha, que já estava quase pronto. Colocou uma máscara tensora dourada e aguardei até ela sair. A pele fica renovada.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

Mais uma dose tripla. A primeira antes de viajar para Sampa, eu fui até o Sudoeste para comer Yakisoba com suco no Mokay Sushi. Num dia de muita chuva consegui chegar lá. Detalhe: a promoção era de Yakisoba com carne ou frango. Mas eu expliquei minhas atuais condições vegetarianas e consegui pedir um só de legumes. Para acompanhar, uma limonada suíça. E eles foram bastante solícitos e trouxeram uma pimentinha de outro restaurante. O lugar é uma gracinha, serve temakis e hot rolls, mas naquela sexta-feira chuvosa, tinha muito pouca gente.




E ontem eu fui comer do bom e do melhor na Eighties Batataria, lá no Sudoeste também, só que desta vez sem chuva. O local é muito conceituado, tanto que o povo tem que fazer reserva para comer lá. O legal de lá é que todas as comidas tem referência à década de 80. Tanto que eu fui pedir uma batata Rösti chamada A gata e o rato, com palmito, mussarela e ervas finas. Vinha com um molhinho bom também e para acompanhar uma limonada suíça com sprite e leite condensado (Gorda Safada sim!) E tava muito bom, pena que não tem tantas opções vegetarianas.


E a de hoje você ainda pode fazer até sexta-feira. A ONG Rio eu Amo eu Cuido está recebendo doações para ajudar as vítimas das enchentes na Região Serrana do Rio. Eu estive em Teresópolis ano passado (f0t0) e toda esta região foi devastada e isolada por conta das enchentes. E se você estiver lá por perto, pode contribuir com donativos, sempre é bom. Vamos ajudar, eu e você podemos sim, e muito!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

QUEM DERA SER UM PEIXE - a saga de uma compradora coletiva

O QDSUP é assim: uma hora tem beleza, a outra, tem comida. E desta vez foi para comer de um tudo na Famiglia Pomodoro, na 404 Sul. O lugar é bastante amplo e com uma decoração simples com vasos de plantas em cada mesa. Neste lugar eu pedi um salmão (calma, gente, ainda estou na fase dos animais terrestres) com molho de maracujá, com brócolis ao alho, legumes cozidos ao vapor, e batata sautée, e para acompanhar, um delicioso suco de laranja natural. Este cardápio faz parte do Pomodoro Express, como eles chamam o almoço executivo no qual você escolhe a guarnição e os acompanhamentos (não tem distinção de quantos você pode, cada acompanhamento tem um preço) E para finalizar com chave de ouro (claro que não consegui gastar todo o crédito), uma sobremesa de petit gateau com algumas cerejas e morangos a parte. Também muito bom!
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